Influenza Aviária: Um problema [quase] global
Depois de agir virulentamente por pelo menos 10 anos (entre o final de 2003 e o início de 2014) e devastar grandes contingentes da avicultura mundial, o subtipo H5N1 da Influenza Aviária tornou-se despercebido. Não que tenha desaparecido.
Apenas deu lugar a outros– H7N9, H5N8, H7N7, só para citar alguns dos novos subtipos virulentos que, do final de 2014 para cá, voltaram a alarmar a avicultura de vários continentes. Com o registro, inclusive, de infecção em humanos e ocorrência de vários casos fatais.
Pois em 2015 o H5N1 voltou ao noticiário. E, desta vez em um novo continente, as Américas. Mas não só ele.
Para falar mais sobre o assunto e abordar seus aspectos técnicos e econômicos, conversamos com dois especialistas em Influenza Aviária: Alberto Back e Paulo Martins. Back é Diretor Técnico do Mercolab e consultor nacional e internacional em sanidade de aves e Martins é Diretor Técnico da BioCamp e trabalha com manejo de aves e também patologia de aves e suínos no Brasil, América Latina e alguns países da Ásia. O resultado você encontra na íntegra na edição de abril da Revista do AviSite.
Os dois profissionais concordam que, em termos de programas de monitoria ativa no Brasil, é preciso fazer mais para evitar a chegada do vírus. Afinal, o máximo cuidado ainda é pouco.
Fonte: Avisite.

