Modalidade de negociação de gado

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Boi a termo deve negociar mais de 2 milhões de cabeças neste ano.

 

Modalidade de negociação de gado para abate futuro completa 10 anos no Brasil e cresce cerca de 2800% no país.

 

Quando o assunto é gestão e negócios, o pecuarista sempre fica desconfiado, afinal foram anos de trabalho e qualquer deslize pode comprometer o esforço. Há 10 anos, a JBS incorporou no Brasil um sistema de negociação de gado inovador: o Boi a Termo. Segundo a empresa, a proposta desta ferramenta é a seguinte: fomentar a pecuária com planejamento, crescimento sustentável e otimizar os recursos das fazendas.

 

Enquanto o pecuarista tinha uma janela de cerca de sete dias para negociar sua produção, hoje ele pode escolher um prazo de até um ano para fechar o acordo. Para explicar um pouco mais sobre essa ferramenta tão importante para a pecuária nacional, o trader da JBS, Felipe Assarisse, veio ao Giro do Boi nesta semana.

 

A técnica do Boi a Termo se trata de uma negociação do pecuarista com a indústria para o planejamento da entrega futura de animais para o abate. Este ano, o Boi a Termo deve ser responsável pela negociação de mais de 2,2 milhões de cabeças somente no Brasil.

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Segundo o trader, a ferramenta é uma forma muito mais tranquila e protetora do pecuarista, que pode colocar um preço fixo em seu gado perante um contrato assinado entre frigorífico e produtor.

 

– O boi a termo deve ser analisado com um período um pouco maior, pois é uma ferramenta que tenta se adequar ao fluxo da fazenda. Faz parte de um planejamento.

 

De acordo com dados liberados pela própria JBS, de 2009 a 2013, o número de cabeças de gado negociadas através dessa modalidade saltaram de 375 mil para mais de 1 milhão.

 

– Ambos ganham com o boi a termo. A indústria vê com bons olhos o planejamento e, sobretudo, o pecuarista sai ganhando. Na medida em que ele se organiza, planeja, tem um fluxo de abate programado, consegue diminuir os riscos das operações – explica Assarisse.

 

Fonte: Giro do boi.


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