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RS: Primeira etapa de vacinação contra febre aftosa atinge 98,3% de cobertura.
A Secretaria da Agricultura concluiu na última segunda-feira (07) o levantamento da primeira etapa de vacinação contra a febre aftosa realizada em maio. Com a meta atingir todo rebanho bovídeo do Estado, foram imunizados 13,6 milhões de animais, totalizando cobertura vacinal de 98,32%. Dados do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA) da Seapa apontam índice maior do que os registrados em anos anteriores, resultado da mobilização dos produtores, de entidades de classe, da imprensa e do Serviço Veterinário Oficial.
A fiscalização da vacina chegou em 15,3 mil estabelecimentos, com total de 413 mil animais. A intenção era garantir a correta aplicação e a eficácia da vacina. Mais de 13 milhões de cabeças receberam a vacina no Rio Grande do SulMais de 13 milhões de cabeças receberam a vacina no Rio Grande do Sul Nesta edição, o Governo do Estado investiu R$ 7,3 milhões em 4,3 milhões de doses de vacina destinadas gratuitamente a produtores rurais enquadrados nos critérios do Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf) e no Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Familiar (Pecfam), que representam 77% da categoria. Produtores que não comprovaram ou não vacinaram seus rebanhos nos prazos estabelecidos pelo Estado devem procurar a Inspetoria de Defesa Agropecuária (IDA) onde possuem cadastro.
Até a regularização, suas propriedades estarão bloqueadas para a entrada e saída de animais. A imunização é obrigatória há mais de dez anos no RS. Faz parte de conjunto de ações para a manutenção de zona livre de aftosa, que envolve, além da vacina, o controle de trânsito de animais e a vigilância sanitária. “Devemos estar cientes de que, apesar da boa cobertura vacinal, sempre existe o risco da reintrodução do vírus e, por isso, não devemos reduzir a atenção quanto à doença”, alerta Fernando Groff, coordenador pela Secretaria da Agricultura do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEAF).
Os produtores só podem adquirir animais acompanhados da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento obrigatório para o trânsito e garantia de origem com obrigações sanitárias em dia. Segundo ele, é importante saber reconhecer os sinais clínicos da enfermidade e comunicar rapidamente a inspetoria da cidade ou região sempre que se observarem animais babando e mancando. A doença afeta animais de caso fendido, como bovinos, bubalinos, caprinos e suínos. A próxima etapa de vacinação ocorre em novembro e é direcionada aos bovídeos com até 24 meses de idade.
Fonte: Universo Agro SP.
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