Caso atípico de vaca louca continua sem confirmação

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A JBS confirmou ontem, em comunicado protocolado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que o animal sacrificado com suspeita de “vaca louca” em Mato Grosso seria abatido em uma de suas unidades. A companhia informou, no entanto, que o “rígido controle” que faz e que também é realizado pelos fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura impediu que o animal entrasse na cadeia alimentar. “O evento, identificado em uma unidade da JBS em Mato Grosso, que conta com a presença diária de fiscais federais, comprova a eficiência do processo de controle instalado em todas as unidades da companhia”, informou a empresa.

 

Ontem, as ações da JBS recuaram 0,89%, a R$ 7,74, na BM&FBovespa. A suspeita de um caso atípico da “vaca louca” foi confirmada na semana passada pelo Ministério da Agricultura. Conforme a Pasta, um fiscal agropecuário responsável pelo frigorífico encontrou um bovino caído durante fase de inspeção pré-abate. Diante disso, o fiscal enviou o bovino para o “abate de emergência e foram colhidas amostras do cérebro do animal para análises. O animal tinha 12 anos e não apresentava sintomas de “distúrbios neurológicos”, de acordo com o ministério.

 

Após os testes iniciais feitos em um laboratório no Brasil, foi constatada a presença do príon, proteína que é o agente causador do mal da “vaca louca”. A confirmação oficial, porém, só deve ocorrer após os resultados dos exames realizados no laboratório de referência de Weybridge, na Inglaterra. A expectativa é que esses resultados sejam divulgados até o fim desta semana.

 

Fonte: Jornal Valor Econômico.


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