Entidade avalia que faltou uma menção mais específica ao setor sucroenergético no Plano Safra 2020/21, mas elogia a inclusão da cana-de-açúcar na política de garantia de preços mínimos.
O presidente do Sistema FAESP-SENAR-AR/SP (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), Fábio de Salles Meirelles, afirma que faltou uma menção mais específica ao setor sucroenergético, principalmente no segmento agrícola paulista, no Plano Safra 2020/21.
Em nota, o dirigente pontua que embora em maio e junho haja sinalização de que o consumo de etanol tenha aumentado, conforme preconiza campanha recentemente lançada pela entidade, os produtores têm sofrido bastante. “Trata-se de uma atividade que, por sua importância, merece maior atenção.”
Contudo, de acordo com Meirelles, o Plano trouxe um avanço, defendido há anos pela Faesp: a inclusão da cana-de-açúcar na política de garantia de preços mínimos. “Isso tende a facilitar o crédito, principalmente para estocagem.”
FONTE: DATAGRO.
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