Impacto do baixo volume de chuvas na safra de milho

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Monitoramento da Conab aponta impacto do baixo volume de chuvas na segunda safra de milho.

Em maio, índice de vegetação da maioria das regiões esteve abaixo da média em relação à safra 2018/2019.

A pouca precipitação das chuvas na principal região produtora de milho segunda safra do país, o Centro-Sul, marcou o mês de maio e influenciou o Índice de Vegetação (IV), de acordo com o último Boletim de Monitoramento Agrícola, divulgado nesta quinta-feira (04) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A redução que se concentrava nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, segundo a publicação, ocorreu também em parte de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. O atraso na semeadura é evidenciado nas anomalias negativas dos mapas das regiões de maior produção.

O Índice de Vegetação da maioria das regiões esteve abaixo da média em relação à safra 2018/19. Mas segundo o estudo, no norte de Mato Grosso, principal região produtora do país, o índice de vegetação está acima da média e próximo da safra anterior, assim como o sul de Goiás. O noroeste de Minas Gerais também continua acima da média, embora abaixo da safra anterior.

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O boletim de monitoramento agrometeorológico e espectral constitui um produto de apoio às estimativas de safra, análises de mercado e gestão de estoques da Conab. Mesmo em meio a este período de pandemia do coronavírus (COVID-19), a Companhia mantém o acompanhamento evolutivo das culturas, utilizando os dados sobre as precipitações e observação de umidade do solo e temperatura.

FONTE: DATAGRO.


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