Cuidados necessários para evitar a tuberculose bovina
Doença não tem vacina e pode passar para os humanos O advogado Olavo Gozzano começou na pecuária leiteira por um motivo bem particular. Um de seus filhos tinha alergia ao leite processado, então em 2003 ele decidiu comprar duas vaquinhas. Pegou gosto, buscou ampliar seus conhecimentos, e a sua produção que era só para a família, acabou crescendo. O Nosso Campo do dia 21/06 mostrou que hoje ele mantém em sua propriedade um rebanho com 260 cabeças de gado Holandês e Girolando, que produz cerca de 3 mil litros de leite por dia.
Olavo conta que quando começou a produzir o leite para a comercialização, a sua preocupação era produzir um leite de qualidade. A preocupação maior era com a tuberculose bovina. O veterinário Marcos Santana, explica que a doença não tem vacina, tornando o controle mais difícil. Devem ser feitos exames periódicos e a eliminação dos animais diagnosticados com a doença. Sempre que entrarem novos animais para o rebanho é preciso ter certeza que eles estão sadios.
A tuberculose bovina pode ser transmitida para os humanos, pelo consumo do leite do animal infectado, e também na hora da ordenha. O criador que tomar todos esse cuidados, pode conseguir com a Defesa Agropecuária um certificado de propriedqade livre de doenças. No estado de São Paulo apenas 26 propriedades tem esse documento.
Fonte: Portal G1/MT.
