Cultura de grãos não transgênicos cresce

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Cultura de grãos não transgênicos cresce com melhor preço nos EUA.

Terminais norte-americanos que vendem a processadoras asiáticas chegam a pagar 14% a mais pela soja convencional.

O número de agricultores que migram para culturas não transgênicas está crescendo no Meio-Oeste dos Estados Unidos. Nos últimos dois anos, os preços das culturas caíram e derrubaram os lucros de produtores. Alguns terminais dos EUA que vendem grãos a processadoras asiáticas chegam a pagar 14% a mais pela soja não transgênica.

Culturas geneticamente modificadas foram amplamente incorporadas no cinturão produtor dos EUA e seu uso cresceu rapidamente desde a introdução dos transgênicos, há 19 anos, mas sua adoção está desacelerando.

 

Em 2014, 94% da área plantada com soja era transgênica, estável desde 2011, mas 54% acima do apurado em 2000, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Para o milho, os transgênicos somaram 93% da área no ano passado, ante 90% no ano anterior. Em 2000, a variedade correspondia a apenas 25% da área plantada com o cereal.

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Consumidores norte-americanos também procuram alimentos sem ingredientes geneticamente modificados, que são vistos como mais saudáveis e sustentáveis. As vendas de cereais, molhos para saladas, ovos e outros produtos orgânicos aumentaram 15% no ano passado, para US$ 9,6 bilhões, de acordo com dados da Nielsen.

Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO.


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