Índios dizem que só deixarão o local após negociação com o governo.
Na guarita principal do Sítio Belo Monte, homens da Força Nacional monitoram a entrada e saída de pessoas. Eles também fazem rondas no canteiro de obras. Jornalistas e advogados estão proibidos de entrar. Duzentos índios permanecem no local.
Com rituais de dança, índios de pelo menos cinco etnias voltaram a protestar. Eles protocolaram um documento no Ministério Público Federal pedindo a regulamentação das consultas indígenas em áreas onde há projetos hidrelétricos, a suspensão de operações policiais no Xingu e Tapajós e a paralisação das obras da hidrelétrica de Belo Monte.
Os índios querem conversar diretamente com um representante da Secretaria Geral da Presidência da República.
A Norte Energia, responsável pelas obras, informa que já foi feito um novo pedido de reintegração de posse à Justiça Federal. Em nota, a Secretaria Geral da Presidência da República diz que não vai negociar com os índios enquanto durar a invasão.
Fonte: Globo Rural
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