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O esporte que veio do campo

O esporte que veio do campo conquista cada dia mais adeptos.

 

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Tradição, Quarto de Milha e competição fazem do laço comprido um esporte completo.

 

Um esporte que nasceu do trabalho e da habilidade do homem do campo. Estamos falando do laço comprido, uma tradição que passa de geração em geração, e que a cada ano conquista mais adeptos no Brasil e no Mundo. Atualmente, o esporte se desenvolve através dos diversos clubes de laço, centros de encontro onde não só os laçadores podem treinar, como também confraternizar, promovendo assim a preservação dos costumes.

 

Por mais amistosa que seja a convivência entre os laçadores, as competições exigem uma série de regras que vão desde o tamanho da laçada, isto é, a abertura do laço quando o mesmo é jogado para cima para então ser lançado ao animal, até mesmo o modo como o animal será laçado, performance que só pode ser conquistada através da competência do laçador e do cavalo.

 

Em Mato Grosso do Sul são ao todo 30 clubes de laço, divididos em três grupos que competem entre si. Para Alisson Marques, médico veterinário e também laçador, um dos maiores desafios é aliar a habilidade do peão com a própria habilidade do animal, que é construída através de dois importantes meios: genética e treinamento.

 

“Usamos o Quarto de Milha como base dos cavalos que competimos, porque acreditamos que esta raça possui as características fundamentais para um bom desempenho na prova, como bom arranque, controle e acima de tudo inteligência. Porém, o treino é fundamental, pois o trabalho é feito em conjunto, e tanto o peão como o cavalo precisam estar em extrema sintonia para o sucesso da laçada”, explica Marques.

 

Alisson faz parte do Clube de Laço Lino Cardinal de Ponta Porã, que está em primeiro lugar na disputa dentro do grupo C. O clube possui 1.445 pontos e cerca de 21,4% de aproveitamento em todas as competições realizadas desde o início do ano, no circuito de laço sul-mato-grossense.

 

Para Antônio Motta, proprietário do Haras Motta, competidor e patrão do clube – como são chamados os presidentes destes centros – o esporte está atraindo cada vez mais pessoas por reunir de uma só vez a beleza do cavalo, a vontade de competir, e ao mesmo tempo, promover o companheirismo dos competidores.

 

“É um esporte completo, que alia concentração, habilidade e a real interação entre homem e animal, tudo isso podendo ser potencializado através da genética do cavalo usado. Todos que vivem do esporte sabem da importância da união para que ele cresça e continue sendo uma importante tradição brasileira”, finaliza Antônio.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa.

Foto: Neto Villega

Equipe Agron

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