Apesar de focar na alimentação animal, invertebrados também podem ser incluídos na dieta humana.
Que tal um café da manhã super nutritivo, no qual o cardápio contempla bolo de fubá com grilo e pão de queijo com tenébrio gigante moído? Ou substitir um filé de frango ou de boi por 50 gramas de insetos comestíveis? A princípio, pode parecer estranho, mas essa pode ser a alternativa para o combate à fome no mundo, segundo relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) divulgado ontem (13/5).
De acordo com o levantamento da FAO, cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo são adeptas à entomofagia (prática de comer insetos) ou incluem na sua dieta gafanhotos, formigas, baratas e outros invertebrados.
No Brasil, uma empresa já produz os bichinhos, mas com foco no mercado de alimentos para animais. Gilberto Schickler, diretor e fundador da Nutrinsecta, aposta nos insetos como futuro da alimentação humana, embora a produção ainda seja destinada apenas à alimentação animal.
Na empresa, que existe desde 2008 e está localizada em Betim (MG), dentro do Instituto Vale Verde, são produzidas cerca de duas toneladas de grilos, tenébrios, moscas, larvas e baratas (todos bem limpinhos), que são vendidos a criadores de animais exóticos e silvestres e fabricantes de ração animal. Para os visitantes curiosos em experimentar os insetos, o instituto oferece um café da manhã com recheio especial e nutritivo. E aí? Vai experimentar?
POR: ALANA FRAGA. Foto: shankar s./CCommons.
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