Milho sobe no Brasil com alta do dólar, mas em Chicago voltou a cair. Soja rompe a linha dos US$ 10,00/bushel e pode voltar a US$ 9,70/bushel. O trigo segue em baixa.
MILHO
A comercialização do milho de primeira safra está lenta, assim como a comercialização da safrinha, segunda safra, para algumas regiões. Mas ainda há produto das safras anteriores a serem comercializadas pelos produtores.
Com a alta dos últimos dias, os produtores norte americanos realizaram a venda de produtos colhido na safra de 2014.
Na Bolsa de São Paulo o mercado seguiu a alta do último dia, apoiado nas altas do dólar. A análise técnica dá suporte para a continuidade de alta.
Na Bolsa de Chicago o mercado trabalhou no noturno em estabilidade, mas pela manha começou a cair, tendo uma pequena recuperação no final da tarde. A análise técnica indica alta, mesmo o produto fechando o dia em queda.
SOJA
Com a alta dos últimos dias, os produtores dos Estados Unidos realizaram a venda do produto, forçando o mercado da bolsa a voltar a cair.
No Brasil a comercialização da safra está próximo de 50% no Mato Grosso e menos de 20% no Paraná. O aumento da comercialização do produto no último mês se deve a alta da cotação na Bolsa de Chicago (CBOT) e também da alta do dólar.
Na CBOT o mercado continuou a queda da cotação do produto desde o início dos trabalhos noturnos e continuou em queda durante o dia, perdendo a sustentação de US$ 10,00/bushel.
TRIGO
Com mais produto no mercado interno e a retração do mercado no Brasil, as importações de trigo tem sido menos que os últimos anos e a média. Indicando que os moinhos estão com uma produção menor devido ao menor consumo de produto, o que pode fazer com que o preço do produto no mercado interno possa cair mais.
O relatório da Secretaria de Agricultura do Paraná informou que a área de produção deste ano será menor, porém com possibilidade de maior produção devido ao clima.
Ainda há produto a ser comercializado pelos produtores brasileiros, o que tem sustentado os preços em baixa.
Na Bolsa de Chicago o mercado segue em tendência de baixar a cotação tendo rompido esta semana novamente a linha dos US$ 5,00/bushel. A análise técnica indica a continuidade de baixa nos preços do produto.
TIAGO JURCA
OBS: Análises apenas educacionais, não é indicação de compra ou venda de ativos.
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