A diminuição das chuvas voltou a favorecer a colheita do milho no Brasil e a pressionar as cotações do grão, avaliou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada nesta sexta-feira.
Segundo o Cepea, após uma semana praticamente sem chuvas, os trabalhos em campo avançaram nas regiões produtoras de milho de segunda safra.
Os preços do milho caíram 1,3 por cento no mercado de balcão (ao produtor) e 2,6 por cento no de lotes (negociação entre empresas) no período entre 27 de junho e 4 de julho na média das regiões acompanhadas pelo Cepea.
A queda no mercado brasileiro também foi acentuada pelo recuo das cotações internacionais e pelas dificuldades de armazenamento, especialmente em Mato Grosso, e de transporte terrestre, prejudicado por recentes paralisações de caminhoneiros e bloqueios de rodovias, acrescentou o centro.
Ao serem analisadas as regiões individualmente, em Cascavel (PR) houve forte queda de 7 por cento no mercado de balcão e de 9 por cento no de lotes. No norte do Paraná, as quedas foram de 4,8 e 4,9 por cento, respectivamente. No Centro-Oeste, tanto em Sorriso (MT) quanto em Rio Verde (GO), os preços no mercado de lotes caíram 6,7 por cento.
O indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), caiu 1,2 por cento na quinta-feira na comparação com uma semana antes, fechando a 25,84 reais por saca de 60 kg.
No mês passado, o indicador caiu 1,8 por cento.
Fonte: Reuters Autor: Laiz de Souza
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