A última novidade foi o interesse da China em adquirir do Brasil mais de 12 milhões de toneladas do produto.
Chegando ao 3º ano de implantação em Mato Grosso, o programa Soja Livre pretende colocar no mercado a semente de soja não transgênica a partir de junho. Para discutir o assunto foi realizado o seminário de Certificação de Sementes Livres de Transgênicos, nesta segunda-feira (06), em Cuiabá.
Evento foi promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados (Abrange). Certificação que deve garantir maior segurança jurídica e vai ofertar aos agricultores sementes de soja com alta qualidade e 99,9% livre de contaminação foi anunciada no início do ano.
Durante o seminário foram tratados diversos assuntos relacionados ao mercado, entre eles custos, vantagens, uso do Selo Abrange, nova fase do programa, qualidade ao produtor e também ao consumidor. No Brasil 20% da soja produzida é livre de transgenia. Mato Grosso é o maior produtor do país, e 25% da área plantada é de grão não transgênico, o que também acontece em Rondônia.
Desse total 35% vêm da região do Parecis e 60% de Querência. Segundo Ivan Paghi, diretor técnico da Abrange e coordenador do programa Soja Livre, o produto garante mais benefícios ao produtor e também ao consumidor.
“Para o agricultor cultivar a soja não transgênica é mais rentável porque ela pode ser comercializada com valor até 15% maior em relação à soja transgênica. A demanda ainda é influenciada por questões culturais e religiosas porque há países que não consomem produtos geneticamente modificados”.
O mercado internacional está aquecido em relação aos alimentos não transgênicos. A última novidade foi o interesse da China em adquirir do Brasil mais de 12 milhões de toneladas do produto. Isso deve mudar o mercado já que agora a Abrange vai organizar o setor com a certificação. Para isso a CERT-ID certificadora é a empresa que irá certificar todas as sementes que serão vendidas.
De acordo com o presidente da empresa, Augusto Freire serão aceitas somente as sementes que apresentarem no máximo 0,1% de transgenia. “Vamos incluir ao programa os grãos que estão chegando ao mercado também. Queremos garantir um produto de qualidade ao produtor e assegurá-lo que está levando algo livre”.
As sementeiras devem se cadastrar no programa e garantir a análise para a certificação. Roque Ferretti comercializa sementes e garante que a cada ano está aumentando a demanda pelo grão convencional. “O mercado está demandando um produto com maior qualidade e por isso vamos ofertar um produto certificado”.
Ele acredita que de início não será possível suprir a demanda de todos os compradores. “Estamos regularizando os grãos e como tudo que é normalizado primeiramente nem todos os produtores irão se encaixar nas normas. Isso acontece porque o maquinário muitas vezes é utilizado para os 2 tipos de semente e acaba comprometendo”.
Fonte: A Gazeta
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