O número de fêmeas em cobertura aumenta a cada ano no Brasil, e perdas gestacionais são observadas. Quando essas ocorrem no momento do parto, podem levar à morte do potro e da égua, bem como causar graves prejuízos econômicos. Os potros recém-nascidos, também chamados de neonatos, são frágeis e susceptíveis às doenças. Salvar a vida de um potro, na maioria das vezes, pode ser uma questão de horas. Veja abaixo os principais métodos descritos na literatura para prever o parto na égua, apresentando as vantagens e desvantagens de cada um. Alguns fatores podem interferir na previsão do parto da égua, como extenso período gestacional, fase de expulsão muito rápida e maior ocorrência dos partos em períodos noturnos. Portanto, há a necessidade de se prever o início do parto para que se possa fazer o acompanhamento e interferir, se necessário, o mais rápido possível, em casos de distocia, retenção de placenta e deficiente ingestão de colostro pelo potro.
Por meio do monitoramento do parto é possível observar o quanto antes problemas como consistência das fezes, grau de hidratação, nistagmo (doenças nos olhos do animal), se está deglutindo o leite, se há refluxo, se urina normalmente, se os cascos estão bem formados. Além de avaliar a égua, identificar se houve sinais de traumatismo na vagina, se ela está emitindo algum sinal de dor, se foi machucada internamente. O monitoramento também garante que mãe e filhote estejam em local ideal de nascimento, evitando cercas, barrancos, sujeira, lama, pois nem sempre as éguas livres em pastos estão em ambientes controlados e adequados, como cocheiras maternidades.
Decréscimo no pH das secreções da glândula mamária
A secreção da glândula mamária próxima ao parto é composta por proteínas, açúcares, gorduras, minerais e imunoglobulinas.
O mecanismo que altera o pH do colostro não é conhecido, pressupõe que seja pelo aumento de anidrase carbônica, enzima presente no equilíbrio ácido-básico. Ao avaliarem 14 éguas, observaram alta correlação entre os níveis de cloro, sódio, cálcio e potássio próxima ao parto com o pH do colostro.
Para essa avaliação, usam-se fitas de pH a partir dos 310-320 dias de gestação. Em quase 80% das éguas avaliadas, quando o pH foi inferior a sete, as éguas pariam em menos de 24h.
Ao avaliarem a secreção mamária de 222 éguas Puro Sangue Inglês utilizando fitas de pH, relataram que, no dia do parto, a média do pH era de 6,4, podendo esse valor estar entre 6,2 e 6,8; a sensibilidade para nascimentos em 24h foi de 96,3%, e a especificidade para nascimentos em 72h de 99,3%.
Esse método é de fácil acesso e manuseio, pois se utiliza de fitas de pH que apresentam resultado imediato e estas podem ser armazenadas na propriedade; não é invasivo e possui baixo custo.
Autor: A.B. Silva, R.A. Oliveira1.
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