Peixes-elétricos são espécies aquáticas que possuem a habilidade de gerar campos elétricos. Essa característica é usada em diversas atividades, como comunicação, detecção de presas, navegação e até defesa.
Os peixes-elétricos são criaturas fascinantes que possuem a habilidade natural de emitir descargas elétricas. Com mais de 250 espécies conhecidas, a maioria encontrada na Amazônia, eles utilizam essa eletricidade para se defender, caçar e navegar no ambiente. Descubra como eles geram energia, quais são os mais famosos e se são realmente perigosos para os humanos!
Os peixes-elétricos são exemplos impressionantes de como a natureza pode surpreender. Esses animais são capazes de emitir descargas elétricas, habilidade que utilizam para caçar, se defender e navegar. Mas como eles produzem essa eletricidade? Existem espécies no Brasil? Vamos explorar essas e outras curiosidades incríveis sobre essas criaturas aquáticas.
Peixes-elétricos são espécies aquáticas que possuem a habilidade de gerar campos elétricos. Essa característica é usada em diversas atividades, como comunicação, detecção de presas, navegação e até defesa.
Eles possuem um órgão elétrico especializado, composto por células chamadas eletrócitos. Essas células geram pequenas descargas individuais, que somadas podem alcançar voltagens impressionantes em algumas espécies.
Esses peixes habitam tanto águas doces quanto salgadas, com mais de 250 espécies conhecidas. Algumas delas incluem:
No Brasil, destaca-se o poraquê (ou Electrophorus electricus), encontrado na Amazônia e rios do Mato Grosso. Ele pode alcançar até 2,5 metros de comprimento e produzir descargas de alta voltagem.
A Amazônia abriga 80% das espécies de peixes-elétricos, sendo um dos maiores hotspots de biodiversidade do mundo para esses animais.
Descoberto recentemente na Amazônia, o Electrophorus voltai é capaz de emitir descargas elétricas de até 860 volts — a maior já registrada em um animal. A espécie recebeu o nome em homenagem a Alessandro Volta, inventor da bateria elétrica.
Esses peixes vivem em igarapés e áreas remotas, onde pesquisadores enfrentam desafios para estudá-los. Mesmo usando equipamentos de proteção, choques ocasionais são inevitáveis durante as pesquisas.
O órgão elétrico dos peixes é formado por milhares de eletrócitos, que funcionam de maneira similar às células musculares. Cada eletrócito produz um pequeno potencial elétrico de cerca de 0,14 volts. Quando estimulados pelo cérebro, eles descarregam simultaneamente, resultando em uma poderosa descarga elétrica.
Por exemplo, no caso do poraquê, milhares de eletrócitos se combinam para produzir até 600 volts em uma única descarga.
Embora impressionantes, os peixes-elétricos não representam grande perigo para os humanos na maioria dos casos. Mesmo a poderosa descarga do Electrophorus voltai, de 860 volts, é de curta duração e possui baixa amperagem, reduzindo significativamente o risco de morte.
Ainda assim, um choque pode ser doloroso e causar danos em áreas sensíveis, como músculos ou nervos. Por isso, o melhor conselho é manter distância!
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