3 erros que impedem a monstera deliciosa de se desenvolver bem no vaso
Você rega, aduba e até conversa com sua monstera deliciosa, mas ela simplesmente não cresce como deveria? Essa planta exuberante, famosa por suas folhas recortadas, é uma queridinha na decoração de interiores — mas exige atenção em detalhes que muita gente ignora. Se a sua está empacada no vaso, com folhas murchas ou sem aquele visual tropical que encanta nas fotos, o problema pode estar em três erros comuns e silenciosos. E o pior: são erros que a própria planta tenta avisar, mas a gente nem sempre entende.
Um dos maiores equívocos ao cultivar monstera deliciosa está justamente no item mais óbvio: o vaso. Essa planta não gosta de viver espremida, tampouco suporta solos que acumulam água. Se o recipiente for pequeno demais, ela fica sufocada, com raízes entortando por falta de espaço — o que compromete tanto o desenvolvimento das folhas quanto a absorção de nutrientes.
Além disso, o material do vaso importa. Vasos de plástico, por exemplo, retêm mais umidade e dificultam a evaporação da água. Já os de barro ou cerâmica porosa ajudam o solo a “respirar” melhor. E tem mais: furos no fundo são obrigatórios. Sem essa drenagem, a monstera pode até parecer bem por fora, mas estará lentamente apodrecendo por dentro.
Quer uma dica prática? A cada 18 a 24 meses, observe se as raízes da sua monstera estão saindo pelo fundo ou se o substrato seca rápido demais. Esses são sinais de que ela precisa ser replantada em um vaso maior.
Luz demais ou de menos: monstera detesta extremos
A monstera deliciosa é uma planta tropical que ama luz — mas não luz direta. Muitas pessoas erram ao colocá-la em ambientes muito escuros ou sob sol pleno, achando que isso vai acelerar o crescimento. O resultado? Folhas amareladas, queimadas ou completamente opacas.
Em seu habitat natural, ela cresce sob a sombra de árvores altas, recebendo luminosidade filtrada. Dentro de casa, o melhor local costuma ser perto de janelas com cortinas leves, onde a luz é clara, mas não direta. Quando está no ponto certo de iluminação, a monstera recompensa com folhas maiores e mais recortadas, seu charme principal.
Outro ponto curioso: se a planta está “andando” em direção à janela, entortando o caule, isso indica que a luz está insuficiente. Já se as folhas novas nascem pequenas e inteiras, é sinal de que ela precisa de mais claridade para expressar seu potencial.
Regas malfeitas afetam diretamente as raízes e folhas
Regar monstera deliciosa não é seguir receita pronta, como “duas vezes por semana”. Tudo depende da umidade do ambiente, da estação do ano, do tipo de vaso e do substrato. O erro está tanto no excesso quanto na falta d’água — e ambos causam sintomas parecidos, como folhas murchas e manchas escuras.
O ideal é tocar o solo: se os primeiros 3 a 5 centímetros estiverem secos, é hora de regar. E regar com generosidade, até a água sair pelos furos do vaso. Se a água acumular no pratinho e não for retirada, as raízes ficam encharcadas e podem apodrecer. Com isso, a planta perde vitalidade e a recuperação pode ser demorada.
A falta de água, por outro lado, deixa a planta desidratada. As folhas se enrolam para dentro e perdem o brilho. Em ambos os casos, é importante observar e entender o ritmo da planta. Uma rega atenta e adequada muda tudo.
Outros fatores que podem travar sua monstera deliciosa
Além dos três erros principais, outros detalhes também influenciam no desempenho da monstera deliciosa. Por exemplo:
Monstera deliciosa precisa de ritmo e observação
Cultivar monstera deliciosa exige mais do que seguir dicas soltas. É preciso observar, testar e ajustar. Ela responde com clareza: quando bem cuidada, suas folhas crescem vigorosas, brilhantes e cheias de recortes. Quando algo está fora do eixo, ela mostra sinais — e cabe a nós interpretar. Seja ajustando o vaso, seja melhorando a luz ou equilibrando as regas, pequenas mudanças trazem grandes resultados. Afinal, uma monstera saudável vira protagonista na decoração e transmite aquela sensação de vida que nenhuma planta artificial é capaz de imitar.
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