Hotel exige assinatura para comer hambúrguer

Hotel em Toronto obriga cliente a assinar termo de responsabilidade para comer um hambúrguer

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Um turista americano encontrou uma surpresa ao pedir um hambúrguer ao ponto em um hotel da rede Hilton, em Toronto, Canadá: a necessidade de assinar um “termo de responsabilidade”. Este incidente peculiar rapidamente se tornou viral nas redes sociais.

Segundo o turista, a garçonete não comentou nada ao anotar o pedido especial. Contudo, ao servir o lanche, informou que, embora o estabelecimento costume preparar a carne bem passada, a opção por um hambúrguer ao ponto exigia a assinatura de um documento que isentava o restaurante de responsabilidade por eventuais problemas de saúde ou reclamações decorrentes do consumo da carne em um ponto menos cozido.

O episódio inusitado ganhou destaque nas redes sociais, quando o cliente relatou que a garçonete, inicialmente, não fez perguntas ao atender ao seu pedido específico. No entanto, a surpresa surgiu no momento da entrega do sanduíche.

Legenda: Hotel exige assinatura para comer hambúrguer

“Quando dei minha primeira mordida, ela me trouxe um termo de responsabilidade e disse que sempre fazem a carne bem passada, mas como eu queria ao ponto, teria que assinar”, compartilhou o cliente.

O termo em questão isentava o restaurante do hotel de qualquer responsabilidade por reclamações relacionadas a danos ou doenças decorrentes da escolha do ponto da carne do hambúrguer. O cliente, surpreso com a abordagem, questionou se essa prática era comum no Canadá.

“Tentei ser gentil, então paguei e saí, mas não consegui comer o hambúrguer”, confessou, evidenciando o desconforto com a situação inesperada no Hilton de Toronto. A história chamou atenção nas redes sociais, suscitando debates sobre as normas de segurança alimentar e os procedimentos adotados por restaurantes.

Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos/meramente ilustrativa.

Douglas Carreson

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