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Exportações de carne bovina: Agosto bate recordes e elevam receita

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As exportações de carne bovina cresceram 23,5% em agosto/25, somando 268,5 mil toneladas e US$ 1,5 bi em faturamento. Confira os detalhes.

Para Quem Tem Pressa

As exportações de carne bovina em agosto/25 somaram 268,5 mil toneladas, alta de 23,5% frente a 2024. O faturamento chegou a US$ 1,5 bilhão.


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Agosto com desempenho histórico

As exportações de carne bovina brasileiras encerraram agosto/25 com ritmo acelerado, consolidando o segundo melhor resultado do ano: 268,5 mil toneladas embarcadas em apenas 21 dias úteis. O volume ficou atrás somente de julho, quando o setor exportou 276,9 mil toneladas.

No comparativo anual, o crescimento foi expressivo: em agosto de 2024 haviam sido registradas 217,4 mil toneladas, o que representa um avanço de 23,5%.

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Médias diárias em alta

Outro ponto positivo foi o desempenho das médias diárias. Em agosto/25, a média exportada chegou a 12,7 mil toneladas por dia, contra 9,8 mil toneladas no mesmo mês do ano anterior. A elevação de 23,5% mostra que a tendência é de crescimento constante.


Receita bilionária para o setor

O faturamento total das exportações de carne bovina em agosto/25 atingiu impressionantes US$ 1,5 bilhão, contra US$ 964 milhões no mesmo período de 2024.

Na análise das médias diárias, a receita saltou de US$ 43,8 milhões para US$ 71,6 milhões – um ganho de 56% em apenas um ano. Isso reforça o apetite global pela carne brasileira e o papel do setor no agronegócio nacional.


Preços valorizados

O preço médio pago pela carne também subiu. Até a quinta semana de agosto/25, a tonelada foi negociada a US$ 5.600,5 mil, representando valorização de 26,3% frente a agosto/24, quando estava em US$ 4.435,4 mil.

Essa elevação mostra que não apenas o volume, mas também o valor agregado da carne brasileira está em alta – uma combinação perfeita para os exportadores.


O que esperar daqui para frente?

O desempenho consecutivo em julho e agosto indica que 2025 deve consolidar-se como um dos melhores anos para as exportações de carne bovina. A alta nos preços médios e a demanda internacional aquecida reforçam a confiança do mercado.

Especialistas ainda apontam que fatores como sanidade do rebanho, abertura de novos mercados e câmbio competitivo tendem a manter o Brasil na liderança global.


Conclusão

As exportações de carne bovina em agosto/25 reforçam a posição de liderança do Brasil no mercado internacional de proteínas animais. O desempenho robusto, com 268,5 mil toneladas embarcadas e um crescimento de 23,5% em relação ao ano anterior, não apenas mostra a força do setor, mas também revela a consistência da demanda global pela carne brasileira.

O aumento expressivo na média diária exportada, somado ao salto no faturamento total de US$ 1,5 bilhão, indica que a cadeia produtiva conseguiu alinhar volume e valor agregado em um cenário bastante competitivo. O avanço de 56% na receita média diária é um sinal claro de que o Brasil não apenas vende mais, mas vende melhor.

Outro ponto crucial é a valorização do preço por tonelada, que chegou a US$ 5.600,5 mil, representando alta de 26,3% frente ao mesmo período de 2024. Essa elevação agrega ainda mais relevância estratégica às exportações, garantindo maior rentabilidade ao produtor e fortalecendo a imagem da carne bovina brasileira como um produto premium no mercado internacional.

Quando analisado em conjunto, o desempenho de julho e agosto mostra que 2025 caminha para se consolidar como um ano histórico para o setor, com chances reais de quebrar recordes e ampliar ainda mais a participação do Brasil no comércio global. Além de gerar divisas bilionárias, esse crescimento impacta positivamente toda a cadeia produtiva, desde o pecuarista até a indústria de processamento e logística.

Em síntese, os resultados confirmam que a combinação de alta demanda externa, valorização do produto e competitividade da pecuária brasileira forma um cenário extremamente favorável. Se mantida essa trajetória, as exportações de carne bovina em 2025 podem estabelecer novos marcos de referência, consolidando de vez o Brasil como potência incontestável do agronegócio mundial.

Imagem principal: Depositphotos.


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