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Clima melhora e pastos recuperam: Estação de monta avança no Pantanal de MS

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Queda de até 10°C nas máximas e chuvas de outubro recuperam pastagens e condição das matrizes no Pantanal de MS. Cenário ideal para início de IATF e monta natural.

Para Quem Tem Pressa:

  • ✅ Temperaturas máximas caíram 8°C a 10°C em relação ao fim de setembro, ficando abaixo de 32°C
  • ✅ Precipitações regulares de outubro impulsionaram o rebrote rápido de pastagens nativas e cultivadas
  • ✅ Melhora no conforto térmico e oferta de forragem aceleram a recuperação do escore corporal das matrizes
  • ✅ Condições ideais para início de protocolos de IATF e monta natural nas regiões pantaneira e Norte de MS
  • ✅ Mineralização adequada e água limpa seguem sendo pilares indispensáveis de manejo

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estação de monta

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Início de outubro traz cenário transformador para a pecuária

O abrandamento do calor extremo e a ocorrência de chuvas regulares em outubro modificaram rapidamente o ambiente produtivo no Pantanal sul-mato-grossense, criando condições favoráveis para o início da estação de monta nas propriedades de gado de corte. As regiões de Corumbá, Aquidauana, Miranda, Porto Murtinho e a Zona Norte do estado são as principais beneficiadas.

Segundo dados de acompanhamento climático, as temperaturas máximas registraram queda média de 8°C a 10°C em comparação com o final de setembro, ficando contidas abaixo de 32°C. Essa mudança elevou significativamente o Índice de Conforto Térmico Bovino, reduzindo o estresse dos animais e favorecendo o restabelecimento fisiológico das matrizes zebuínas.


Pastagens recuperam e suportam ganho de condição corporal

A combinação de temperaturas mais amenas com a umidade adequada permitiu o rápido rebrote das pastagens nativas e cultivadas. A oferta de forragem de qualidade em quantidade crescente é determinante para a recuperação do escore corporal das fêmeas — pré-condição essencial para bons índices de concepção.

A Embrapa Gado de Corte orienta que a estação de monta deve ser planejada com base na condição corporal do rebanho e na disponibilidade de pasto, momento em que a nutrição interfere diretamente nos resultados reprodutivos. A Embrapa Pantanal reforça que a introdução de forrageiras deve ser feita de forma sustentável, com recomendações técnicas adaptadas às características do bioma.


Momento ideal para IATF e monta natural

Com o conforto térmico restabelecido e a nutrição em ascensão, os pecuaristas encontram agora o cenário mais favorável para dar início aos protocolos de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) e à monta natural.

A adoção de biotécnicas reprodutivas tem sido foco de parcerias entre Embrapa Gado de Corte, governo do estado e entidades do setor, com o objetivo de difundir material genético superior e elevar a produtividade da pecuária sul-mato-grossense.


Cuidados indispensáveis do manejo

A melhora ambiental não dispensa atenção a pontos fundamentais:

  • Mineralização adequada — manter suplementação correta para garantir fertilidade e desenvolvimento fetal
  • Água limpa e acessível — oferta constante é crítica para o desempenho reprodutivo
  • Acompanhamento do escore corporal — ajustar lotação e suplementação conforme a evolução das pastagens
  • Monitoramento contínuo — condições climáticas podem variar; manter atenção aos índices de risco de incêndio e disponibilidade de forragem

Embora o quadro atual seja positivo, recomenda-se acompanhamento próximo às condições de cada propriedade e orientação técnica específica.


Fontes

  • Embrapa Pantanal — https://www.embrapa.br/pantanal
  • Embrapa Gado de Corte — https://www.embrapa.br/gado-de-corte
  • INMET (dados climáticos: queda de 8°C–10°C nas máximas, temperaturas abaixo de 32°C, precipitações de outubro de 2026)
  • Dados de acompanhamento de campo referentes a outubro de 2026
  • Imagem principal: Depositphotos

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