Tecnologia Effatha revoluciona a carne: O segredo da Unesp
Para quem tem pressa:
A Tecnologia Effatha utiliza campos eletromagnéticos de frequências baixíssimas para transformar a qualidade da carne bovina, aumentando a maciez e a suculência. Este método inovador, validado por pesquisadores da Unesp, promete otimizar o processamento industrial sem o uso de produtos químicos ou calor excessivo.
A busca por eficiência no agronegócio brasileiro acaba de ganhar um aliado científico de peso. Um estudo recente conduzido pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), no campus de Botucatu, demonstrou que a aplicação de frequências eletromagnéticas pode alterar positivamente as propriedades físicas dos alimentos. No centro dessa inovação está a Tecnologia Effatha, desenvolvida por uma empresa nacional que se posiciona como a primeira “NatSciTech” do mundo. A pesquisa foi destaque em uma renomada revista internacional, comprovando que a ciência brasileira continua na vanguarda da produção de alimentos de alta qualidade e sustentabilidade tecnológica.
O setor pecuário enfrenta o desafio constante de entregar um produto padronizado ao consumidor exigente. Tradicionalmente, a maciez é obtida por meio de maturação prolongada ou processos químicos, que demandam tempo e recursos. No entanto, a Tecnologia Effatha propõe uma abordagem física e totalmente não invasiva. O sistema utiliza correntes elétricas de frequências extremamente baixas, variando entre 0,000001 e 99,999999 Hz. Essas ondas interagem com as moléculas de água e as proteínas musculares, promovendo uma reorganização estrutural que facilita o amaciamento natural do tecido sem alterar sua composição nutricional básica ou gerar resíduos indesejados.
O funcionamento dessa solução baseia-se em um algoritmo proprietário capaz de gerar sequências específicas de ondas físicas. Na prática, a Tecnologia Effatha atua nas estruturas microscópicas da carne, reduzindo a resistência das fibras musculares. Imagine uma tecnologia que consegue “conversar” com os átomos do alimento para melhorar sua hidratação. Ao fazer isso, o sistema reduz a rigidez e melhora a retenção de líquidos. Para o produtor e para a indústria, isso significa menos desperdício e um produto final que mantém o peso e a qualidade por mais tempo durante o armazenamento refrigerado em gôndolas.
Durante os experimentos realizados no MeatLab da FMVZ-Unesp, a equipe liderada por pesquisadores experientes submeteu amostras de carne a rigorosos testes laboratoriais. Os resultados mostraram que o uso da Tecnologia Effatha reduziu drasticamente a força de cisalhamento, que é o indicador técnico de dureza. Além da maciez superior, as amostras apresentaram uma estabilidade oxidativa elevada. Isso quer dizer que a gordura demora mais para sofrer processos de rancidez, aumentando a vida útil da carne nas prateleiras dos supermercados e nas geladeiras dos consumidores finais, evitando perdas financeiras significativas para o varejo.
A aceitação sensorial foi outro ponto de destaque no estudo. Painéis de consumidores testaram a carne tratada e os índices de aprovação foram surpreendentes. Os participantes relataram maior suculência e um sabor mais agradável em comparação ao grupo de controle. A Tecnologia Effatha demonstrou ser capaz de alinhar as expectativas do mercado gastronômico com as necessidades de sustentabilidade da indústria. Como o método não gera resíduos e utiliza pouca energia, ele se encaixa perfeitamente no conceito de tecnologias limpas que o agronegócio moderno tanto busca implementar em larga escala global.
A integração dessa ferramenta nas linhas de produção frigorífica representa um avanço estratégico para o Brasil. Ao adotar a Tecnologia Effatha, o país reforça sua posição como líder tecnológico na exportação de proteína animal. O estudo reforça que a parceria entre a academia e o setor privado é o motor para soluções disruptivas. Instituições como Fapesp e CNPq apoiaram o projeto, evidenciando a seriedade da investigação científica por trás dessa solução eletromagnética. O foco agora se volta para a escalabilidade industrial desse processo inovador que valoriza o produto nacional.
Em conclusão, os dados colhidos pela Unesp confirmam que estamos diante de uma mudança de paradigma. A Tecnologia Effatha não pretende apenas ser um acessório, mas uma ferramenta auxiliar indispensável na conservação de alimentos. Ao garantir uma carne mais saborosa e durável, a tecnologia beneficia toda a cadeia produtiva, do frigorífico à mesa do cidadão. O futuro da alimentação passa por processos que respeitam a natureza do produto enquanto utilizam a física avançada para entregar o máximo de eficiência, segurança alimentar e total satisfação ao consumidor global exigente.
Imagem: IA
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