Restrição de Abastecimento de Diesel Afeta Amplamente Postos e Agronegócio no Brasil.
Facebook Portal Agron; Twitter Portal Agron; Grupo Whatsapp Portal Agron mantém você atualizado com as melhores matérias sobre o agronegócio brasileiro.
Veja também: Novo Imposto nas Exportações: Brasil se Aproxima de Modelo Argentino
Restrição de abastecimento de diesel impacta postos em 24 estados brasileiros e agrava situação nas áreas rurais, revela levantamento de consultoria.
Diante do atual cenário e em consonância com o mais recente aumento promovido pela Petrobras, o preço médio do diesel alcançou a marca de R$ 5,93 por litro na última semana em todo o Brasil.
Uma pesquisa realizada pela consultoria Posto Seguro Brasil, no final da semana passada, constatou que a restrição no fornecimento do diesel S10 já afeta 24 estados do país, excluindo o Distrito Federal. Apenas os estados do Amazonas e Roraima não enfrentam problemas de abastecimento.
É importante frisar que a restrição não necessariamente denota uma escassez do produto, mas sim um atraso nas entregas realizadas pelas empresas distribuidoras. Anteriormente, um posto de combustível fazia um pedido e recebia a mercadoria no mesmo dia ou, no máximo, no dia seguinte. Contudo, devido à formação de uma fila de entregas, esse período tem se estendido nos dias atuais.
A situação é ainda mais agravada nas áreas rurais, conforme ressaltado por Nélio Wanderley, CEO da consultoria. Ele observa que o envio de diesel para essas localidades opera de maneira distinta. “O Transportador Revendedor Retalhista, conhecido como TRR, tem a autorização para adquirir grandes volumes de combustível e revendê-los para outras empresas, como as fazendas”, explicou em uma entrevista.
Nélio Wanderley também detalha que em regiões como o Sertão da Bahia, há TRRs enfrentando dificuldades para efetuar entregas em áreas rurais.
O Sindicato Nacional do Transportador Revendedor Retalhista (SindTRR) manifestou sua preocupação e solicitou ação por parte das autoridades diante do que considera uma “crise sem precedentes na oferta de diesel, decorrente de atrasos por parte das empresas fornecedoras” (leia a nota completa ao final do texto).
A entidade ressaltou: “Desde o início dessa crise, o SindTRR tem se empenhado ao máximo para denunciar a situação e buscar uma solução emergencial em conjunto com a Petrobras, o Ministério de Minas e Energia, e a Agência Nacional do Petróleo. Tais esforços têm apontado e comprovado as restrições impostas, apesar das notícias indicando que os estoques estão regulares e que não há falta de suprimento.”
Wanderley destacou que cerca de 25% do petróleo consumido no Brasil é importado. No entanto, devido à nova política de precificação, que não se baseia unicamente no Preço de Paridade Internacional (PPI), os importadores têm enfrentado dificuldades para adquirir o produto no exterior a fim de comercializá-lo internamente a preços mais acessíveis.
A Petrobras anunciou um aumento de R$ 0,78 no preço do diesel a partir da quarta-feira (16), que já foi repassado aos consumidores.
O consultor acredita que o cenário de restrição do combustível mais utilizado no país levará algumas semanas para se normalizar. “Podemos esperar uma melhora somente a partir de meados de setembro ou outubro”, afirmou Wanderley.
Conforme indicado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel no Brasil durante a última semana foi de R$ 5,93 por litro. Contudo, o valor máximo chegou a R$ 7,62 por litro. Essa última semana marcou o quarto aumento consecutivo no preço do combustível.
Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos.

