gripe aviária
|

Combate ao ingresso da gripe aviária é prioridade

Compartilhar

Combate ao ingresso da gripe aviária é prioridade, afirmam secretários da Agricultura do Sul e Sudeste.

Veja também: Ritmo de negócios do boi gordo segue lento; entenda

Facebook Portal Agron; aqui você encontra todas as nossas matérias em um só lugar

Casos foram identificados em países fronteiriços; Brasil é livre da doença.

Secretários da Agricultura dos Estados do Sul e Sudeste do Brasil reuniram-se nesta quinta-feira (02), durante o encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), evento que se estende até sábado (4) na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no bairro do Botafogo, zona Sul do Rio de Janeiro. Eles fizeram um levantamento dos temas mais importantes e mais urgentes para que a agropecuária nacional continue firme no crescimento.

Anuncio congado imagem

“Todos temos boas iniciativas em nossos Estados e a troca de experiência vai fazer com que a gente consolide uma linha de ação”, disse o secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara. “Quanto mais hábeis formos em construir este ambiente cordato entre nós e em construir uma política mais uniforme, talvez a gente facilite ainda mais esse avanço do agro brasileiro”.

Entre os temas que precisam ser trabalhados de forma conjunta e com urgência, ressaltou Ortigara, está a sanidade agropecuária, particularmente em razão da gripe aviária, também chamada de influenza aviária ou H5N1. “Está rondando o nosso país”, afirmou. Vários países da América do Sul já registraram casos em aves silvestres ou frangos criados para subsistência, enquanto Argentina, Peru e Equador detectaram em aves de granja, interrompendo a exportação, de acordo com os protocolos internacionais.

Segundo o secretário, outros temas também estão na pauta de discussão que começa a ser aprofundada a partir de agora, como o registro de agrotóxico e a coparticipação do governo federal no financiamento dos serviços de inspeção e defesa agropecuária. “Hoje, praticamente só os estados arcam com esse investimento importante, mas o ativo pertence ao Brasil”, disse Ortigara.

Os secretários de Agricultura dos estados do Sul e Sudeste ainda mostraram interesse por estabelecer parcerias para fortalecerem a pesquisa agrícola e a assistência técnica aos agricultores que não têm condições de contratar o trabalho de um profissional. Além disso, também deve ser tema de conversas a implantação do autocontrole para plantas frigoríficas. “É uma visão moderna, mais consonante com aquilo que o mundo pratica”, defendeu Ortigara.

Ele salientou que a união dos secretários de Agricultura dos sete estados dará muito mais força aos pleitos perante o governo federal. Afinal, eles representam mais de 80% da produção de café e de etanol e açúcar, mais de 70% em suínos, aves e peixes, e mais de 37% da produção de grãos, além de participação importante em frutas. “No conjunto das cadeias relevantes, o Sul e o Sudeste têm uma presença muito forte e, para nós, é fonte de oportunidade, de dinheiro, de geração de empregos”, afirmou.

Fonte: Datagro. Imagem principal: Depositphotos.


Compartilhar

Posts Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *