O preço do boi gordo ultrapassou a marca de R$ 315 por arroba, impulsionado pela retenção de oferta e aumento nas exportações. Analistas preveem alta contínua nos preços, com boas perspectivas no mercado interno e externo. Saiba mais sobre os fatores que estão moldando o mercado de carne bovina!
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O mercado do boi gordo está passando por uma valorização significativa, com preços ultrapassando a marca de R$ 315/@ nas principais praças do Brasil. Esse aumento é atribuído a vários fatores, como a retenção de oferta por parte dos pecuaristas e a robusta demanda externa, especialmente pelas exportações de carne bovina. O encurtamento das escalas de abate e o bom desempenho das pastagens também têm contribuído para esse cenário de alta.
A retenção de oferta está entre os principais responsáveis pela elevação nos preços do boi gordo. Com as boas condições das pastagens, muitos pecuaristas optaram por manter o gado no campo por mais tempo, o que resultou em menor quantidade de gado disponível para abate. Isso, por sua vez, tem pressionado os preços para cima.
Outro fator relevante é o aumento nas exportações de carne bovina. O Brasil continua a ser um dos maiores exportadores do produto, e, em março, o país registrou exportações de 117,480 mil toneladas de carne bovina, gerando um valor significativo. Esse desempenho robusto nas exportações tem dado suporte aos preços internos, especialmente à medida que a demanda externa permanece forte.
Os preços do boi gordo nas principais regiões de comercialização mostraram variações ao longo da última semana. Por exemplo, em São Paulo, o preço da arroba atingiu R$ 315, com um aumento de 1,61% em relação à semana anterior. Já em Goiânia, o preço foi de R$ 305, com uma alta de 3,39%.
Apesar da valorização dos preços, o mercado de abate ainda enfrenta dificuldades. As escalas de produção dos frigoríficos permanecem reduzidas, com a média de dias úteis para abate sendo de apenas 7. Isso reflete a continuidade da retenção de gado, o que pode afetar a oferta de carne no curto prazo.
Com a continuidade das boas condições de mercado, tanto no Brasil quanto no exterior, espera-se que o preço do boi gordo continue em ascensão. A valorização está sendo sustentada, principalmente pelas exportações e pela retenção de gado pelos pecuaristas.
A valorização do boi gordo é um reflexo direto de uma série de fatores que estão impulsionando o mercado de carne bovina, tanto no Brasil quanto no exterior. O aumento da retenção de gado pelos pecuaristas, devido à boa qualidade das pastagens, e o forte desempenho das exportações têm criado um cenário favorável para os preços, que continuam em ascensão. As exportações, especialmente para mercados como a China e outros países asiáticos, têm sido um motor importante para a demanda, garantindo um suporte adicional às cotações internas.
O encurtamento das escalas de abate também tem desempenhado um papel crucial neste processo. Como o número de animais disponíveis para abate diminui, a pressão sobre os preços aumenta, levando a uma valorização constante, o que é benéfico para os produtores que mantêm gado em boas condições. No entanto, esse cenário também impõe desafios, como a desaceleração no mercado de abate e as dificuldades para os frigoríficos que tentam se ajustar a essas mudanças.
Apesar do bom desempenho no mercado de exportação, o Brasil ainda enfrenta obstáculos no mercado interno, especialmente com a queda no poder de compra da população. Isso significa que, embora a demanda externa ajude a manter os preços em alta, a situação econômica doméstica pode limitar o crescimento do consumo interno. Mesmo assim, a expectativa é que, com a continuação da tendência de retenção de gado e o aumento das exportações, os preços do boi gordo devem se manter elevados no curto e médio prazos.
Em resumo, o preço do boi gordo ultrapassou a marca de R$ 315/@, e os próximos meses apresentam boas perspectivas de continuidade dessa alta. A combinação de uma oferta reduzida de gado, a demanda robusta por carne bovina no mercado internacional e as boas condições de pastagem são fatores-chave que devem sustentar esse cenário de valorização. Para os pecuaristas, isso representa uma oportunidade de aumento na rentabilidade, mas também exige atenção aos custos de produção e à dinâmica do mercado de abate. Para os consumidores e para as indústrias, a expectativa é que a alta nos preços continue a refletir no custo da carne bovina, com impactos nos preços de atacado e varejo.
Imagem principal: Depositphotos.
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