Alimentando Cidades: A Revolução da Agricultura Urbana!
Revolução Alimentar: Como a Agricultura Urbana Pode Nutrir Cidades Inteiras!
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A agricultura urbana tem um potencial significativo para aumentar a produção de alimentos, especialmente em áreas metropolitanas onde geralmente recebe menos atenção das autoridades. No Brasil, além das vastas terras rurais, as áreas dentro das cidades podem desempenhar um papel crucial em fornecer alimentos para a população, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade econômica.
Embora o governo federal tenha dado um passo adiante com o Decreto nº 11.700, estabelecendo o Programa Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana, o verdadeiro potencial desses empreendimentos ainda não é plenamente reconhecido. Um estudo do Instituto Escolhas procurou avaliar esse potencial em várias metrópoles e propôs ações para estimular essa prática.
Em algumas capitais com políticas de estímulo à agricultura urbana, como Curitiba, Recife e Rio de Janeiro, o estudo identificou áreas consideráveis para a produção agrícola dentro dos limites urbanos. Por exemplo, em Curitiba, ocupar apenas 5% do espaço disponível poderia gerar quase 4,9 milhões de toneladas de legumes e verduras, atendendo a uma parte significativa da população local.
Em Recife, o uso de 5% da área disponível para a agricultura urbana poderia resultar em 1,3 milhão de toneladas de frutas e verduras, beneficiando dezenas de milhares de consumidores. No Rio de Janeiro, ocupar uma pequena porcentagem das áreas potenciais poderia produzir 2,7 milhões de toneladas de alimentos, ajudando a alimentar dezenas de milhares de pessoas.
No entanto, essa transformação requer investimentos. Embora não sejam valores exorbitantes, demandam políticas públicas para viabilizar tais investimentos. Por exemplo, em Curitiba, ocupar 5% da área identificada exigiria um investimento de R$ 2,8 milhões, enquanto em Recife seriam necessários R$ 745,9 mil e no Rio de Janeiro, R$ 1,6 milhão.
O estudo propõe 50 ações para estimular a agricultura urbana, desde a inclusão de áreas para cultivo nos programas habitacionais até parcerias com organizações da sociedade civil para gerir hortas em espaços públicos. Além disso, há sugestões para ampliar o acesso a insumos e capacitação técnica, bem como estabelecer parâmetros para empréstimos e políticas de apoio já direcionadas à agricultura tradicional.
O Instituto Escolhas ressalta que essas recomendações não se limitam ao governo federal, mas também devem envolver os governos estaduais e municipais. É fundamental que a agricultura urbana seja encarada como parte do desenvolvimento urbano sustentável, contribuindo para enfrentar desafios como a fome, a segurança alimentar, a geração de empregos e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.
O objetivo dessas ações é superar desafios atuais, como a falta de regulamentação e orientação sobre a produção, a integração limitada com outras políticas e órgãos públicos, a falta de conhecimento sobre áreas disponíveis para expansão da produção urbana e a desconexão entre produtores e consumidores. Ao adotar tais medidas, a agricultura urbana pode desempenhar um papel fundamental na garantia de alimentos e no desenvolvimento sustentável das áreas urbanas.
Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos.


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