Minha zamioculca começou a amarelar e só então percebi que o sofá bloqueava a entrada
A zamioculca é daquelas plantas que parecem imbatíveis. Aguenta esquecimentos, regas espaçadas, e até um pouco de negligência. Mas quando suas folhas começam a amarelar, o alarme deve tocar. Foi exatamente isso que aconteceu aqui em casa: minha zamioculca, sempre tão firme, começou a perder o brilho e ganhar um tom amarelado. No fim das contas, o culpado não era o vaso, nem a rega. Era o sofá. Literalmente no caminho da luz.
A zamioculca é conhecida como uma das plantas mais fáceis de cuidar. Originária da África, essa espécie se adaptou bem aos ambientes internos por sua capacidade de armazenar água nos caules e raízes, o que permite que ela sobreviva bem mesmo com regas esporádicas. Mas isso não significa que ela seja imune a erros.
Mesmo sendo resistente, a zamioculca precisa de ao menos um pouco de luminosidade indireta para manter seu tom verde escuro vibrante. Quando colocada em ambientes escuros ou com obstáculos físicos bloqueando a entrada de luz, ela começa a dar sinais. E o primeiro é o amarelamento das folhas.
No meu caso, a planta estava posicionada ao lado da janela, num canto bonito da sala. O problema? Um sofá grande e estofado estava bem na frente dela. Durante boa parte do dia, o sofá fazia sombra justamente sobre a zamioculca. Com o tempo, as folhas foram amarelando — uma de cada vez, até que metade da planta já estava sem cor.
Eu cheguei a cogitar excesso de água, falta de adubo, até a qualidade da terra. Mas bastou mover o vaso para outro canto, mais arejado e iluminado, para a planta começar a reagir em menos de duas semanas.
Se a sua zamioculca está ficando amarela, molenga ou crescendo de forma alongada e torta, o mais provável é que esteja em um local com pouca luminosidade. Outros sinais incluem:
Esses sinais não são exclusivos da falta de luz, mas combinados indicam que está na hora de mudar o vaso de lugar.
Apesar de ser vendida como planta de sombra, a zamioculca se dá muito melhor em locais com luz indireta abundante. Isso significa colocá-la próxima a uma janela, onde receba claridade durante o dia, mas sem sol direto incidindo sobre as folhas, o que pode queimar a planta.
Ela também se adapta bem a ambientes com luz artificial, como escritórios e recepções, desde que a iluminação seja constante. O que ela não tolera por muito tempo são locais fechados, escuros ou abafados — como banheiros sem janela ou cantos bloqueados por móveis, como no meu caso.
Uma vez corrigida a questão da luz, vale a pena revisar os demais cuidados com a zamioculca. Aqui vão alguns pontos-chave:
Depois que percebi o erro e mudei a zamioculca para perto de uma janela, mas longe da ação direta do sol, ela começou a mostrar sinais de recuperação. As folhas novas nasceram com aquele verde brilhante característico, os caules voltaram a ficar firmes e os tons amarelados pararam de se espalhar.
O processo de recuperação levou cerca de um mês. As folhas já amareladas, infelizmente, não voltaram ao normal — mas novas brotações começaram a surgir com vigor.
Além da falta de luz, outros erros bastante comuns incluem:
Evitar esses deslizes ajuda a manter a planta sempre saudável e bonita.
Muitas vezes o problema não está no adubo, na água ou na planta em si — está no cenário. Às vezes é o sofá, uma cortina grossa, uma estante mal posicionada. A zamioculca ensina com simplicidade: para crescer, é preciso luz. E, no fundo, isso vale pra gente também.
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