O preço da arroba da vaca gorda varia em maio de 2025 de R$ 239,50 a R$ 285,00. Veja quanto vale na sua região.
Para quem tem pressa:
O preço da arroba da vaca gorda em maio de 2025 segue com estabilidade em várias regiões, mas mostra leves valorizações em estados como Mato Grosso e Santa Catarina. Os valores variam entre R$ 239,50 e R$ 285,00. Confira as cotações por praça e saiba onde está mais vantajoso negociar.
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Preço da arroba da vaca gorda: Veja os valores por estado
Sudeste: Estabilidade em São Paulo e Minas Gerais
No Sudeste, o mercado apresenta leve firmeza, especialmente nas praças paulistas.
São Paulo:
- Barretos: R$ 274,00 à vista / R$ 277,00 a prazo
- Araçatuba: R$ 274,00 à vista / R$ 277,00 a prazo
Minas Gerais:
- Triângulo Mineiro: R$ 272,00 à vista / R$ 275,00 a prazo
- Sul de MG: R$ 272,00 à vista / R$ 275,00 a prazo
- Belo Horizonte: R$ 265,00 à vista / R$ 268,00 a prazo
- Norte de MG: R$ 267,00 à vista / R$ 270,00 a prazo
Espírito Santo:
- Geral: R$ 262,00 à vista / R$ 265,00 a prazo
Rio de Janeiro:
- Geral: R$ 267,00 à vista / R$ 270,00 a prazo
🐄 Centro-Oeste: valores firmes e destaque para Cuiabá
Com forte atividade nos confinamentos, os preços estão entre os maiores do país.
Goiás:
- Goiânia: R$ 273,00 à vista / R$ 276,00 a prazo
- Região Sul: R$ 270,00 à vista / R$ 273,00 a prazo
Mato Grosso do Sul:
- Dourados e Campo Grande: R$ 277,00 à vista / R$ 280,00 a prazo
- Três Lagoas: R$ 276,00 à vista / R$ 279,00 a prazo
Mato Grosso:
- Norte, Sudeste e Sudoeste: R$ 277,00 à vista / R$ 280,00 a prazo
- Cuiabá: R$ 280,00 à vista / R$ 283,00 a prazo
🌽 Sul: SC lidera com os maiores preços do país
Santa Catarina lidera com R$ 282,00 a R$ 285,00, refletindo alta demanda e menor oferta.
Paraná (Noroeste): R$ 277,00 à vista / R$ 280,00 a prazo
Santa Catarina: R$ 282,00 à vista / R$ 285,00 a prazo
Rio Grande do Sul:
- Oeste: R$ 9,80/kg à vista / R$ 9,90/kg a prazo
- Pelotas: R$ 9,90/kg à vista / R$ 10,00/kg a prazo
🌵 Nordeste: preços pressionados, mas com exceções
A Bahia mostra variação regional, enquanto Alagoas surpreende com cotações mais elevadas.
Bahia:
- Sul: R$ 252,50 à vista / R$ 255,00 a prazo
- Oeste: R$ 254,50 à vista / R$ 257,00 a prazo
Alagoas:
- Geral: R$ 282,00 à vista / R$ 285,00 a prazo
Maranhão (Oeste): R$ 243,50 à vista / R$ 246,00 a prazo
🌳 Norte: valores mais baixos predominam
Com menor liquidez, os preços seguem abaixo da média nacional.
Pará:
- Marabá: R$ 257,00 à vista / R$ 260,00 a prazo
- Redenção: R$ 249,50 à vista / R$ 252,00 a prazo
- Paragominas: R$ 267,00 à vista / R$ 270,00 a prazo
Rondônia (Sudeste): R$ 245,50 à vista / R$ 248,00 a prazo
Tocantins:
- Sul: R$ 254,50 à vista / R$ 257,00 a prazo
- Norte: R$ 252,50 à vista / R$ 255,00 a prazo
Acre: R$ 239,50 à vista / R$ 242,00 a prazo
🧭 Conclusão
O cenário do preço da arroba da vaca gorda em maio de 2025 mostra um mercado dividido entre estabilidade e leve valorização, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sul. Estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Alagoas se destacam com as maiores cotações, superando a marca dos R$ 280,00 por arroba. Esse movimento reflete uma maior procura por animais terminados e um ritmo mais forte nos abates, mesmo com margens pressionadas pelos frigoríficos.
Em contrapartida, regiões do Norte e parte do Nordeste ainda enfrentam preços mais baixos, com destaque para Acre, Rondônia e Maranhão. A menor valorização nestas áreas pode estar ligada a fatores logísticos, maior oferta regional e desafios na comercialização para grandes centros consumidores. Além disso, a diferença de qualidade dos animais e o padrão de terminação impactam diretamente nas negociações, o que ajuda a explicar a amplitude entre os menores e maiores valores do país.
Para os pecuaristas, o momento exige cautela e atenção às movimentações do mercado interno e às exportações, que seguem influenciando a formação de preços. Avaliar as oportunidades de venda à vista e a prazo, considerando também o custo de produção e o planejamento do ciclo produtivo, pode fazer a diferença na rentabilidade. A expectativa para as próximas semanas é de manutenção dos patamares atuais, com possíveis ajustes pontuais de acordo com a oferta regional e o apetite comprador da indústria frigorífica.
Fonte: CEPEA, IMEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário.

