O preço da vaca gorda em maio de 2025 apresenta variação significativa entre estados brasileiros, indo de R$243 no Acre a R$298 em Dourados-MS. A média nacional segue firme, com destaque para as regiões Centro-Oeste e Sul.
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Os criadores começaram o mês com uma boa notícia: o preço da vaca gorda segue em alta em diversas praças do país. Embora a arroba do boi gordo costume ser o foco dos holofotes, a vaca gorda tem chamado atenção — e pode até ser mais lucrativa em determinadas regiões.
No gráfico abaixo, é possível visualizar a média da arroba por estado:
Se você está em Dourados-MS, pode comemorar: lá, o preço médio da arroba da vaca gorda chega a R$298, o mais alto do Brasil neste início de mês. Já no Acre, os pecuaristas recebem cerca de R$243, o valor mais baixo entre as praças monitoradas.
Veja a seguir os principais preços por estado:
Vários fatores influenciam o preço da vaca gorda, entre eles:
Curiosamente, em alguns estados, a vaca gorda tem valorização proporcional maior do que o boi. Isso pode indicar uma pressão de demanda por abate de fêmeas — o que merece atenção do ponto de vista reprodutivo e estratégico.
O cenário é de atenção redobrada. Com exportações aquecidas, especialmente para a China, e o consumo interno tentando reagir, o mercado segue firme. A dica? Monitorar o diferencial de base da vaca gorda frente ao boi. Em algumas regiões, o abate de fêmeas pode ser mais interessante do que se imagina.
E claro: olho na entressafra, porque ela ainda promete ajustes nos preços.
A vaca gorda ganhou protagonismo no mercado pecuário em maio de 2025, impulsionada pela menor oferta de fêmeas e pelo apetite dos frigoríficos, que buscam equilibrar margens e manter o volume de abates. Em regiões como Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Santa Catarina, os preços da arroba ultrapassaram os R$290, chegando a R$300 em Dourados — um patamar considerado bastante atrativo, especialmente em comparação com os valores historicamente pagos por fêmeas. Esse movimento abre espaço para estratégias comerciais mais agressivas, como confinamento de fêmeas e negociações diretas com a indústria, além de indicar uma possível inversão na tradicional diferença entre boi e vaca.
Por outro lado, praças do Norte e Nordeste, como Acre, Rondônia e Maranhão, continuam com preços mais baixos, em parte devido à distância dos grandes centros consumidores e à menor competitividade logística. Nesses casos, o produtor precisa redobrar a atenção à gestão de custos, à nutrição e à comercialização estratégica para obter margens positivas. No geral, o cenário atual reforça a importância de acompanhar as cotações diariamente e adaptar o sistema de produção às janelas de mercado. Afinal, na pecuária, quem vende na hora certa colhe lucro — e quem espera demais pode ver a oportunidade passar com o rebanho.
Fonte: CEPEA, IMEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: YouTube.
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