Trajetória de Alta nos Preços na Suinocultura Independente: Escassez e Demanda Sustentam Valorizações.
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Os preços no setor da suinocultura independente continuam em trajetória de alta, impulsionados por uma combinação de fatores que incluem a escassez de animais prontos para abate e uma demanda robusta tanto no mercado interno quanto externo. Na quinta-feira (15), os principais estados produtores do Brasil registraram novos aumentos, reforçando a tendência de valorização que vem se consolidando ao longo das últimas semanas.
Mercado em Alta: São Paulo e Minas Gerais
Em São Paulo, o preço do quilo do suíno vivo registrou uma alta significativa, saltando de R$ 8,53 para R$ 8,96, conforme dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). Este aumento reflete a baixa disponibilidade de animais, uma situação que, segundo lideranças do setor, tem sido observada em todo o território nacional. O presidente da APCS, Valdomiro Ferreira, destacou que a oferta reduzida, aliada a exportações vigorosas e a uma demanda interna aquecida, está impulsionando os preços.
No estado de Minas Gerais, a tendência foi semelhante, com o preço do suíno vivo avançando de R$ 8,50 para R$ 9,00, de acordo com a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). A aceleração das exportações, especialmente a partir do Sul do Brasil, tem exacerbado a escassez de suínos, pressionando os preços para cima. Alvimar Jalles, consultor de mercado da Asemg, destacou que a falta de oferta está forçando os preços a se reajustarem, um movimento esperado em um cenário de alta demanda.
Santa Catarina e Paraná Seguem Tendência de Alta
Santa Catarina, um dos maiores produtores de suínos do país, também registrou aumento nos preços. Segundo a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do suíno vivo subiu de R$ 7,80 para R$ 8,25 por quilo. Este incremento reflete a continuidade das boas perspectivas de exportação e o fortalecimento da demanda interna.
No Paraná, o Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) apontou uma valorização de 4,24% no preço do suíno vivo, que fechou a semana em R$ 8,36 por quilo. Este resultado destaca a relevância do estado como um importante polo de produção suína, acompanhando a tendência de valorização observada em outras regiões.
Perspectivas para o Setor
Com a continuidade da escassez de animais prontos para abate e a manutenção de uma demanda aquecida, a tendência de alta nos preços da suinocultura independente deve se manter no curto prazo. Além disso, o fortalecimento das exportações, aliado à dinâmica interna de consumo, sugere que os suinocultores continuarão a ver valorização em seus produtos.
Para os profissionais do setor, esse cenário positivo exige uma gestão eficiente dos recursos disponíveis, com foco em maximizar a produtividade e atender às exigências dos mercados interno e externo. A capacidade de adaptação a essas novas realidades de mercado será crucial para manter a competitividade e aproveitar ao máximo o ciclo de alta que o setor está vivenciando.
Fonte: Este texto foi gerado com a ajuda do ChatGPT, um modelo de linguagem da OpenAI, e revisado pelo autor para garantir qualidade e precisão. Imagem principal: Depositphotos.
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