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Soja: Negócios aquecidos e preços em destaque

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Soja brasileira: Semana de alta volatilidade e tendências de mercado reveladas.

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A semana no mercado da soja brasileira encerrou com relativa estabilidade de preços, sem mudanças significativas em relação ao início da semana. No Paraná, foram observados aumentos gerais de até R$ 3,00 por saca, o que trouxe um certo otimismo para os produtores. No entanto, o Rio Grande do Sul viu os preços permanecerem estáveis, com poucas negociações.

De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado de soja não apresentou grandes movimentações, com os produtores vendendo apenas o necessário para suas necessidades imediatas. As flutuações no mercado de soja são fortemente influenciadas pela volatilidade do dólar, que tem sido impactado por conflitos no Oriente Médio. Embora os fundamentos também exerçam alguma influência, ela é notavelmente menos expressiva em comparação com a taxa de câmbio.

Em relação aos preços no porto, o valor mais alto do dia foi de R$ 151,50 por saca, para entrega em 30 de outubro, representando um aumento de R$ 2,00 por saca. Cruz Alta e Ijuí também viram aumentos de R$ 2,00 por saca, com preços atingindo R$ 144,00.

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No entanto, Santa Catarina registrou uma queda de R$ 3,00 por saca nos preços do porto, com pouca atividade comercial. Os volumes de venda não apresentaram mudanças significativas, e as saídas diárias permaneceram nos níveis de manutenção. No porto de São Francisco do Sul, o preço atingiu R$ 142,00 por saca, uma redução de R$ 3,00.

No Paraná, apesar dos aumentos de até R$ 3,00 por saca, os negócios continuaram relativamente inativos. A expectativa de um impacto positivo nos preços, após notícias do Departamento de Economia Rural do Paraná (DERAL), não se concretizou devido à volatilidade internacional que manteve o dólar em queda durante a semana.

Soja fecha a semana em Chicago com alta acumulada

Na Bolsa de Chicago, o mercado da soja encerrou a sexta-feira com uma ligeira queda, mas o acumulado da semana mostrou uma tendência de alta, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. O contrato de soja para novembro de 2023, a principal data negociada nos EUA, encerrou o dia com uma queda de -0,76%, atingindo $ 1280,25 por bushel.

O contrato de maio de 2024, referência para a safra brasileira, também fechou em baixa, com uma redução de -0,45%, chegando a $ 1326,00 por bushel. O contrato de farelo de soja para dezembro fechou em baixa de -0,74%, a $ 390,0 por tonelada curta, enquanto o contrato de óleo de soja para dezembro fechou com um aumento de 1,89%, atingindo $ 54,38 por libra-peso.

Após um relatório de oferta e demanda anteriormente otimista para a soja, os Fundos de Investimento realizaram lucros e ajustes em suas posições, resultando na queda do mercado da oleaginosa. Além disso, a redução na importação de soja pela China em setembro também contribuiu para a diminuição dos preços da soja.

No entanto, o acumulado da semana mostrou uma tendência de alta de 1,13% para a soja de novembro de 2023 e um aumento de 4,81% para o farelo de soja. Enquanto isso, o óleo de soja encerrou o período com uma queda de -1,75%. A China importou 7,15 milhões de toneladas de soja em setembro, uma queda de 7,38% em comparação com o mesmo mês do ano anterior e uma redução de 23,6% em relação a agosto deste ano.

Em resumo, o mercado da soja no Brasil manteve a estabilidade ao longo da semana, enquanto em Chicago, apesar de uma queda pontual, o acumulado da semana mostrou uma tendência de alta, com as oscilações sendo influenciadas por fatores como a volatilidade do dólar e as mudanças na demanda chinesa.

Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos.


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