Faep “repudia” decisão de liberar cota adicional de trigo. Entidade diz que governo adota visão míope de curto prazo. Cota adicional de importação de trigo de fora do Mercosul não agradou representantes do setor no Brasil.
A Federação de Agricultura do Paraná (Faep) informou ter enviado um ofício à Câmara dos Deputados e ao Ministério da Casa Civil em que “repudia” as críticas ao governo federal pela liberação de cota adicional de importação de milho de fora do Mercosul. Para a direção da Faep, a decisão é inoportuna e desvaloriza a produção nacional do grão.
O governo liberou uma cota adicional de importação de 600 mil toneladas de trigo, que os moinhos brasileiros poderia importar de fora do Mercosul com a isenção da Tarifa Externa Comum (TEC). A alíquota é de 10%. De acordo com a Faep, com outras decisões tomadas neste ano, 3,3 milhões de toneladas foram liberadas.
“A medida foi tomada no momento em que o Paraná e o Rio Grande do Sul, responsáveis por 4,3 milhões de toneladas, ou seja, 90% da produção nacional, estão no auge da colheita e comercialização do trigo”, afirma o presidente da FAEP, Ágide Meneguette, em nota divulgada pela entidade.
A Federação avalia que o governo federal adota uma visão “míope” e de curto prazo para a triticultura, quando deveria ser feito um incentivo de longo prazo ao setor. “Anualmente as entidades representativas dos produtores entregam ao governo federal as propostas para a política da triticultura nacional, mas poucas ações são desenvolvidas”, criticou o presidente da entidade.
Fonte: Globo Rural On-Line
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