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MT inicia vacinação de bovinos contra a aftosa

Previsão é que 28,5 milhões de cabeças sejam imunizadas. Campanha termina no dia 30 de novembro.

 

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Os produtores de Mato Grosso já iniciaram a vacinação do rebanho bovino contra a febre aftosa. A última etapa da campanha anual começou na sexta-feira (1) e deve se estender até o final de novembro. No total, devem ser imunizados contra a doença cerca de 28,5 milhões de animais de todas as idades – o rebanho mato-grossense é o maior do país.

Na região do Pantanal, a imunização poderá ser feita até o dia 10 de dezembro. Neste ano, 21 equipes do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) irão visitar cerca de 800 propriedades do estado, situadas em um raio de 15 km na fronteira com a Bolívia, para acompanhar a vacinação de aproximadamente 500 mil bovinos.

Na primeira etapa de vacinação, realizada em maio deste ano, foram imunizados 99,3% dos bovinos e bubalinos com até dois anos de idade – totalizando 12 mil animais. De acordo com a presidente do Indea, Maria Auxiliadora Diniz, o produtor precisa comunicar a imunização do rebanho até o dia 10 de dezembro. Aqueles que não fizerem a vacinação ou perderem o prazo serão multados em 2,47 UPF´s (Unidade Padrão Fiscal). Cada UPF´s no estado vale R$ 102,35.

Custo – A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) estima que os pecuaristas invistam em torno de R$ 45 milhões para imunizar os animais. O desembolso leva em conta a soma dos custos do manejo, aquisição das doses, além da mão de obra empregada.

O reajuste neste ano deve variar entre 30% e 40%, com a vacina sendo comercializada entre R$ 1,55 a R$ 1,60 em Mato Grosso. Em maio, durante a primeira etapa, este valor variou entre R$ 1,05 e R$ 1,20.

O superintendente da Acrimat, Luciano Vacari, explica que o gasto com a vacinação não deixa de ser um investimento do produtor para a manutenção do status sanitário do Estado. “O pecuarista reconhece a importância da vacinação para manter o rebanho livre da aftosa, o que garante mercado para nossa carne. Apesar de mais cara, o pecuarista não deixará de vacinar”.

 

Fonte: Vivian Lessa – Do G1 MT

Janielly Santos

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