Produtores fazem parte do projeto assistido pela Ematerce no sul do Estado. Região enfrenta um longo período de estiagem.
Os agricultores do sul do Ceará que investiram em sistemas para irrigar a lavoura estão colhendo uma boa produção de feijão de corda. O cultivo da cultura gera emprega na região que enfrenta um longo período de seca.
O agricultor Pedro Pereira investiu em irrigação, o que fez a lavoura nascer. Em tempos de seca prolongada, o produtor não conseguia tirar na terra. Então, ele investiu R$ 2,5 mil com o sistema e espera recuperar o dinheiro. “Vamos ver se dá para recuperar ao menos o gasto. Mesmo que não dê muito pra mim, mas que dê ao menos trabalho para a comunidade”, diz.
Em Brejo Santo, no sul do Ceará, onde fica a lavoura do agricultor Pedro Pereira, outros 150 produtores investiram no feijão de corda irrigado em um projeto assistido pela Ematerce. Eles plantaram 690 hectares, o que representa 63% da a área do município. A produção causou aumento da oferta de emprego.
O quilo do feijão de corda em vagem é vendido a R$ 1,30 para os atravessadores. A produção é enviada para Juazeiro do Norte, Fortaleza e Pernambuco. “Eu chego movimentar cerca de 20 mil quilos por semana, o que dá uma base de R$ 30 mil a R$ 40 mi por semana”, diz o comerciante Antônio da Cruz.
Fonte: Globo Rural
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