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Produtoras preparam alimentos sem agrotóxicos

Mulheres integram a cooperativa de agricultoras empreendedoras no RJ. Projeto é vender refeições preparadas com produtos produzidos por elas.

 

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As agricultoras da região de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, apostam no sabor da comida caseira para melhorar a renda familiar. O projeto é vender refeições preparadas com o arroz, feijão, ovos e verduras produzidas pelas mulheres.

As agricultoras da região de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, apostam no sabor da comida caseira para melhorar a renda familiar. O projeto é vender refeições preparadas com o arroz, feijão, ovos e verduras produzidas pelas mulheres.

A Cooperativa das Mulheres Agricultoras Empreendedoras reúne mais de cem produtoras rurais de 17 assentamentos e acampamentos da zona rural de Campos, no norte do Rio de Janeiro. As mulheres preparam quentinhas com o verdadeiro sabor caipira.

No canteiro da agricultora Loilda Oliveira são cultivados temperos para todos os cardápios sem o uso de agrotóxicos, mas há um segredinho para evitar as pragas das lavouras. “Quando a gente limpa a horta, a gente deixa o mato envolta da hora para poder proteger da lagarta. Antes da lagarta chegar á horta, vai chegar ao mato primeiro”, diz.

O assentamento Josué de Castro foi escolhido como sede da cozinha. O prédio ainda está em construção. Mas, as mulheres fazem planos. “A ideia da mulherada é transformar isso em um restaurante rural para que possamos atender a todas as pessoas que passarem pela região”, diz a agricultora Sandra Miranda.

A intenção é de uma produção autossuficiente e sustentável do início ao final. Para isso, essas mulheres pensaram em usar um biodigestor que ainda está em construção. Nas baias serão colocados 750 porcos e a matéria orgânica produzida pelos animais irá abastecer o assentamento.

Enquanto a cozinha não fica pronta, as quentinhas são preparadas no espaço cedido pela Secretaria Municipal de Trabalho e Renda de Campos. Por enquanto, são produzidas 50 refeições por dia no local. Parte do dinheiro arrecadado com as vendas fica com as colaboradoras, mas a maior parte fica no caixa para a compra de insumo, para ser investido no negócio. Esse é uma chance de ouro para essas mulheres.

As agricultoras estão buscando apoio do Ministério do Desenvolvimento agrário para construir o restaurante. A refeição de tamanho normal custa R$ 7,00 e a pequena custa R$ 4,00.

 

Fonte: Globo Rural

Janielly Santos

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