Plantio de feijão é uma boa alternativa para diversificar as culturas. Excesso de oferta derrubou avaliação dos preços.
Os agricultores maranhenses estão colhendo este ano 70 mil toneladas de feijão, sendo 30 mil na primeira safra e 40 mil toneladas na safrinha. A alta é de 48% em relação ao ano passado.
Ellington Toniazzo já está na fase de estocagem dos grãos. Ele sempre plantou soja no município de São Domingos do Azeitão, sul do estado, e agora decidiu diversificar as lavouras. Semeou 130 hectares e está encerrando a colheita com rendimento acima de 28 sacas por hectare. “O Maranhão hoje está produzindo praticamente o que o Sul produz, feijão, arroz, milho, sorgo, milheto, e isso além de valorizar a região, representa um dinheiro a mais que entra.
Os primeiros experimentos com feijão no cerrado maranhense começaram há três anos. De lá para cá, as lavouras avançaram pelas Chapadas e já ocupam 90 mil hectares.
Darcy Rigo, que é produtor de soja em Riachão, também plantou 20 hectares de feijão caupi, uma das variedades mais consumidas no Nordeste, e está estocando a safra em busca de preços melhores. “Não compensa vender, né? Vamos guardar um pouquinho para esperar um preço melhor”, diz.
No começo da colheita, quando havia menos oferta de feijão, a saca de 60 quilos era vendida por R$ 130.
Fonte: Globo Rural
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