No sertão do estado, os problemas estão graves. Em muitas propriedades, boa parte da produção foi perdida.
Cachos bonitos, pesados e com cocos cheios de água. Em uma plantação de dois hectares da variedade anão, Jailton de Souza chega a colher mais de 12 mil cocos por mês. A produção não é afetada pela seca, graças à irrigação feita com água do Rio São Francisco.
Apesar da qualidade dos frutos, os preços não estão bons. Nesta época do ano, eles costumam cair. Enquanto um coco no verão sai por até R$ 1,15, o preço no inverno não passa de R$ 0,30.
Além dos preços baixos, típicos da estação, os produtores de coco estão com outro grande problema: a incidência de pragas.
São três pragas. O ácaro rajado, que parte a casca do coco, a mosca branca do coqueiro, que muda a cor da palha, e a traça da inflorescência, conhecida popularmente como broca.
A plantação de Givanildo Vieira é uma das mais atingidas pela broca. Dos 1,5 mil coqueiros existente nos oito hectares de terra, todos estão contaminados.
De acordo com o agrônomo Pedro Ximenes, as pragas podem ser combatidas com a retirada das partes afetadas. O material deve ser queimado. No caso da mosca, ele diz que existem agrotóxicos que servem de repelente, mas são pouco eficazes.
Fonte: Globo Rural
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