Produção do estado deve atingir 270 mil toneladas. Quantidade ainda é insuficiente para atender a demanda das indústrias.
A colheita da erva-mate na propriedade de Ademir Kammler, em Barão de Cotegipe, norte do Rio Grande do Sul, só termina à noite quando as folhas são entregues na indústria. Este ano, choveu na medida certa e o agricultor comemora a qualidade das folhas.
Há dois anos, a indústria pagava apenas R$ 0,20 pelo quilo da erva-mate. Agora os produtores comemoram a boa safra e o preço. O valor pago pelo quilo subiu para R$ 1.
De acordo com o Sindicato das Indústrias do Mate, desde 2001, a área com ervais diminuiu 10 mil hectares no estado. Com menos erva-mate disponível, o preço subiu. “A matéria -prima praticamente triplicou de preço, o produtor que conservou seus ervais está recebendo um bom preço e quem está plantando hoje, dentro de um período razoável deverá colher os seus frutos”, explica Moacir Tormen, vice-presaidente do Sindimate.
A exportação da erva-mate também cresceu nos últimos anos. Hoje o produto é vendido para mais de 30 países e usado não só no chimarrão, mas também em chás, medicamentos e cosméticos.
Fonte: Globo Rural
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