Santa Catarina recebe habilitação para exportar carne suína in natura ao Japão
O processo de abertura do mercado do país asiático durou sete anos e, segundo o Ministério de Relações Exteriores, o fato “reitera a conhecida qualidade e sanidade do produto brasileiro”, além de ser um passo importante na ampliação e diversificação de destinos dos produtos do agronegócio nacional.
Atualmente, os exportadores brasileiros exportam para o Japão apenas derivados de carne suína processados. O governo acredita que a abertura do mercado para Santa Catarina vai fortalecer a cadeia produtiva do setor no estado, gerando emprego e renda, principalmente para os pequenos produtores. De acordo com o governador Raimundo Colombo, cerca de 50 mil famílias catarinenses criam suínos.
As vendas do produto só poderão começar após o governo brasileiro enviar ao japonês a lista de estabelecimentos exportadores que atendem aos requisitos sanitários do país. De acordo com o Ministério da Agricultura, a Secretaria de Defesa Agropecuária já está elaborando o documento.
O mercado japonês de carne suína é estimado em 1,8 milhão de toneladas, sendo quase metade abastecido por produtos importados. Em 2012, o Japão importou o equivalente a R$ 5,2 bilhões em carne suína. O Japão é o maior importador mundial de carne suína in natura. De acordo com dados do Mapa, o país gastou US$ 5,1 bilhões com o produto em 2012, equivalentes a 779 mil toneladas.
O valor representa cerca de 31% das compras mundiais. Os principais fornecedores para o Japão no ano passado foram Estados Unidos (US$ 2,1 bilhões), União Europeia (US$ 1,4 bilhão) e Canadá (US$ 1,1 bilhão). O Brasil é o quarto maior exportador mundial de carne de porco in natura e no ano passado vendeu 500 mil toneladas do produto, que equivaleram a US$ 1,3 bilhão. Segundo o Mapa, Santa Catarina é o principal estado exportador.
Em 2013, os Estados Unidos também autorizaram a habilitação de frigoríficos de Santa Catarina para exportação de carne suína. O estado é, atualmente, o único no Brasil com status reconhecido pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) como livre de febre aftosa sem vacinação.
Fonte: Portal do Agronegócio
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