Aos poucos os municípios mato-grossenses vão ‘startando’ a colheita da safra 12/13 de milho. Em Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá, principal produtor mato-grossense de soja, o movimento das máquinas nas lavouras já é percebido, mesmo que de forma tímida. Foram reservados à cultura nesta temporada acima de 487 mil hectares, de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Os trabalhos nas áreas de cultivo devem ganhar força em junho.
Laércio Pedro Lenz, presidente do Sindicato Rural do município, diz que as condições climáticas contribuíram com o desenvolvimento das plantações. O também crescimento registrado sobre a área de semeadura – em torno de 10% – pode contribuir com a produção final, estimada em quase 3 milhões de toneladas.
“Há uma perspectiva boa para a colheita. Aumentou o plantio e a chuva colaborou porque se prolongou até o início de abril, maio. Talvez a produtividade não seja tão boa quanto a do ano passado, quando foram 110 sacas por hectare. Mas como a área aumentou, a expectativa é fechar com um número parecido com o do ano passado, que foi em 2,2 milhões de toneladas”, destacou Lenz.
Assim como em Sorriso, em Campo Verde, no Centro-Sul do Estado, o produtor também começou a colheita de milho. Produtor rural neste último município Ademar Maier considera os resultados iniciais ainda tímidos. “Nos primeiros talhões consegui cerca de 80 sacas por hectare, mas espero que nos próximos dias consiga chegar a 130. O trabalho é intenso por aqui”, contextualizou o produtor.
A retirada do grão das lavouras ocorrerá em uma área 20,40% superior frente ao ciclo 2011/12, passando de 2,5 para 3 milhões de hectares.
A produção estadual está estimada em 17 milhões de toneladas, marca absoluta e superior as 15 milhões de toneladas de 2011/12.
De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), caso a previsão de safra confirme-se, o estado deve ofertar 17,3 milhões de toneladas de milho. Pelo menos dois fatores contribuíram para o cenário, como explica a analista de mercado do Instituto, Bruna Lopes.
“Muitos produtores de algodão, devido ao excesso de chuvas no plantio, migraram para o milho. Além de disso, em nosso primeiro levantamento o produtor disse que não plantaria em algumas áreas, mas acabou semeando”.
Fonte: Agrodebate
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