Treze municípios decretaram situação de emergência. Ribeirinhos mal puderam colher o que estava plantado nas áreas de várzea.
Em trechos da estrada usada para o escoamento da produção rural de Iranduba, município a 30 quilômetros de Manaus, onde o Rio Solimões invadiu a pista, agricultores utilizam canoas para continuar a viagem até a cidade.
“Dobra o trabalho e é perigoso para a vida da gente que está com a canoa cheia. Passam embarcações e às vezes pode alagar a canoa”, diz o agricultor Eduardo dos Santos.
O município de Anamã fica quase todo na várzea, área que alaga todos os anos. A terra é mais fértil, mas quando a cheia é grande, o agricultor não tem tempo de fazer toda a colheita.
Como a cheia do ano passado foi muito grande, o agricultor Onébio Macedo demorou para semear e o maracujazal demorou para florescer. Chegou a cheia desse ano e só deu para colher a metade da produção. Oito mil frutos ficaram para trás.
Segundo o Serviço Geológico do Brasil, na região do Alto Solimões, a cheia já dá sinais que está chegando ao fim. A previsão é que o nível do rio comece a baixar.
Fonte: Globo Rural
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