Agricultores que investiram no cultivo em São Paulo se deram bem. Valor pago cobre os custos de produção e rende algum lucro.
Jean Lima mostra a abóbora do tipo caravela, colhida na plantação que fica em Duartina, centro-oeste paulista. O excesso de chuvas em determinados períodos comprometeu o tamanho dos frutos.
O pai de Jean, também produtor de abóboras, em Cabrália Paulista, está na atividade há 30 anos. José Lima planta as tradicionais morangas, só que nesta safra, decidiu arriscar.
Em uma área com quatro hectares, o produtor decidiu intercalar o plantio de morangas com o de abóboras do tipo cabotiã, de origem asiática.
Mesmo com as oscilações climáticas, o resultado tem sido positivo. As cabotiãs se desenvolveram bem e devem render uma média de 10 toneladas por hectare.
O ciclo da cabotiã é mais curto, ela fica pronta em cerca de 90 dias. Os produtores colhem mais e podem aproveitar o bom preço. O quilo é negociado em média a R$ 0,60, alta de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo os agricultores, o custo de produção, hoje, é de cerca de R$ 0,40 por quilo de abóbora. Na safra passada, muitos trabalharam no vermelho e agora esperam recuperar parte das perdas.
Fonte: Globo Rural
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