Para os porta-vozes do setor o ano de 2012 foi favorável aos produtores para investimentos em defensivos agrícolas. As entidades afirmaram que o uso desses produtos pesou decisivamente na safra recorde de grãos que está sendo colhida, estimada pela Conab em 185 milhões de toneladas. Os preços internacionais atrativos para produtos como feijão, milho e soja, somados à boa liquidez do mercado interno, motivaram agricultores a perseguir ganhos em produtividade por meio das tecnologias para controle de pragas, doenças e plantas daninhas.
Nas vendas totais de defensivos em 2012, a participação percentual dos inseticidas aumentou de 35%, em 2011, para 38%, atingindo US$ 3,62 bilhões. Já o mercado de herbicidas girou em torno de 32% e US$ 3,13 bilhões e os fungicidas atingiram 25%, resultando em US$ 2,44 bilhões. Os acaricidas e outros produtos somaram 5% e movimentaram respectivamente US$ 101 milhões e US$ 398 milhões.
As entidades revelaram ainda que os mais representativos indicadores de vendas de defensivos apurados em 2012 estão concentrados nas culturas com maior potencial de crescimento em Valor Bruto da Produção (VBP) – comportamento aferido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O VBP total previsto para a safra 2012/13, considerando a somatória de todas as culturas que compõem o levantamento, é de R$ 277,2 bilhões, uma elevação de 13% na comparação com o período 2011/12. Por cultura, o carro-chefe do estudo é novamente a soja, com a projeção recorde no valor de R$ 83,5 bilhões, 27% superior ao do ano passado. Cana-de-açúcar e milho aparecem na sequência crescimento de 10,4% e 19%, respectivamente.
Fonte: Diário de Cuiabá
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