O Rio Grande do Sul terá, até janeiro de 2017, 55 parques eólicos, com capacidade de produção de 1.419,8 megawatts (MW) – praticamente o triplo da atual. O investimento total previsto é de R$ 4 bilhões. Hoje, são 15 parques com capacidade de 460 MW. O Estado é o segundo em potência instalada (com 22,5% do total), apenas atrás do Ceará.
Pesaram para a decisão aspectos como a estrutura das redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, o nível de industrialização e, é claro, o alto potencial de incidência dos ventos no território gaúcho.
O Executivo realiza também uma pesquisa sobre outra forma de aproveitar a “força dos ventos”. A ideia do projeto, desenvolvido na Ufgrs e na Pucrs, é utilizar aerogeradores de pequeno porte. Contudo, o foco não está restrito à energia eólica, abrange outras fontes de energia limpa. Também existem, por exemplo, estudos de biogás e energia fotovoltaica (solar). Em nível nacional, até 2020, a União irá investir US$ 63 bilhões na expansão de energias nacionais.
Diante desse cenário positivo, Porto Alegre recebe, entre os dias 27 e 29 de novembro, no Centro de Evento da Fiergs, a Renex (Renewable Energy Exhibition) South America, uma feira internacional de energias renováveis. “O Brasil é a bola da vez em termos de investimento, e a questão da energia é muito forte no Rio Grande do Sul”, afirma Constantino Bäumle, diretor da Hannover Fairs Sulamérica, promotora da Renex. O evento foi lançado ontem, durante reunião no Hotel Plaza São Rafael.
A Renex é um produto da conceituada Feira Industrial de Hannover, na Alemanha. A expectativa da organização é contar com, pelo menos, 150 expositores, dos quais 30% estrangeiros. A versão sul-americana abordará temas como energia eólica, solar, térmica, biocombustíveis, biogás e biomassa. “A Renex é uma feira para o empresariado e para a realização de negócios”, frisa Bäumle. O diretor cita o mercado consumidor efervescente e a multiplicação de empresas no Brasil para defender investimentos no País.
A feira tem o apoio do governo gaúcho, por meio da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI) e da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI). Para o diretor de Infraestrutura e Energia da instituição, Marco Aurélio Franceschi, a realização do evento é uma prova da atenção do governo estadual ao tema. “A energia eólica no Rio Grande do Sul é uma realidade. Temos muitos investimentos interessantes”, resume. O presidente da AGDI, Ivan De Pellegrin também comemora o fato de Porto Alegre sediar a primeira edição da Renex na América Latina. “A energia eólica é um dos setores estratégicos da nossa política industrial. E uma das principais metas desse setor, por meio do Programa RS Eólico, era trazer para o Estado um evento internacional para que nosso corpo técnico e as empresas pudessem se atualizar.”
Fonte: Jornal do Comércio/Rodrigo Borba
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