Falta de chuva se arrasta há dois anos no estado. Muitos criadores vendem o gado por preços cada vez menores.
Vinte e oito municípios de Sergipe estão em situação de emergência por causa da seca que já se arrasta há dois anos. Alguns animais, de tão fracos, permanecem deitados o tempo todo para matar a fome. A vaca de uma das propriedades recorre às folhas da árvore.
Em Poço Redondo, no alto sertão de Sergipe, é cada vez mais comum os criadores venderem os animais por não terem condições de manter o rebanho. Magros, os animais perderam valor. Os criadores comercializam o gado por preços bem abaixo do esperado.
Há dois anos, o criador Francisco Vieira chegou a ter 50 vacas, mas a maioria morreu por causa da seca. Junto com os filhos, ele carrega na carroça as últimas reservas de alimento para as 12 vacas que restaram.
Para manter a criação, o criador João Medeiros precisou vender 16 animais. Com o dinheiro que recebeu, ele compra alimento para o rebanho, que agora é de apenas 14 cabeças. “O mês passado gastei R$ 1,8 mil com ração, precisei vender três animais para pagar”, conta.
Fonte: Globo Rural
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