Apicultoras de um assentamento mudaram a forma de trabalhar. Objetivo é atravessar o período de seca sem perder a criação de abelhas.
Não é uma missão fácil manter as abelhas em uma área de seca sem ter uma única flor com néctar. Isso exige um trabalho enorme do apicultor, por isso, em várias regiões do estado, as abelhas sumiram.
No assentamento Mulunguzinho, em Mossoró, a história é diferente. Nas colmeias mantidas pelas mulheres, as abelhas estão resistindo bem à estiagem e as perdas foram pequenas.
Vários fatores contribuíram para a permanência das abelhas nas colmeias, como a interrupção da colheita, o que evita que as abelhas fiquem irritadas. É importante deixá-las quietas.
Outro cuidado é com a alimentação e hidratação. Como na mata nativa não há flores, nem água suficiente, as mulheres estão cuidando disso. Da última colheita realizada em 2012, elas separaram uma parte do mel, que não foi comercializado justamente para dar o que comer às operárias.
Para alimentar as abelhas, as apicultoras usam baldes de três litros, onde colocam um litro de mel e dois de água. A mistura, como uma garapa, alimenta as abelhas e garante a permanência delas nas colmeias.
No estoque do assentamento tem mel para alimentar as abelhas até o início de 2014 e há também reserva para as vendas. Elas comercializam o mel e conseguem a renda sem aumentar os preços.
Fonte: Globo Rural
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