A empresa dinamarquesa de biotecnologia Novozymes pode obter uma receita anual de US$ 2 bilhões com biocombustíveis de segunda geração após 2020, segundo o novo CEO da companhia, Peder Holk Nielsen.
A receita seria obtida com a venda de enzimas necessárias para a produção desses combustíveis. Nielsen disse que a Novozymes vem tentando reduzir o custo – atualmente proibitivo – de enzimas usadas na produção de etanol de celulose. Em 2014, a empresa deve iniciar a produção em escala comercial dessas enzimas.
Os biocombustíveis de segunda geração são produzidos a partir da celulose presente na madeira e em partes não comestíveis dos vegetais. Já os de primeira geração utilizam como matéria-prima alimentos como o milho.
‘O mercado de etanol celulósico envolve alto investimento material e custos de enzimas relativamente altos’, disse Nielsen. No entanto, se esses combustíveis se estabelecerem, isso significará ‘não apenas crescimento, mas transformação’ para a empresa.
Nielsen prevê a abertura de 15 a 25 usinas de biocombustíveis de segunda geração entre 2015 e 2017. Porém, o crescimento dessa indústria dependerá de preços e decisões políticas, declarou o executivo.
Fonte: Novozymes
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