A propriedade é tocada por nove irmãs desde que perderam o pai. Unidas, elas garantem o sucesso dos negócios e fazem o sítio crescer.
No sítio Sapê do Mato Bom, o trabalho começa de madrugada. A ordenha começa às 4h da manhã, elas carregam os tambores cheios com 300 litros de leite.
Quando termina a ordenha, o cheiro do café toma conta da cozinha. A mesa é farta e o café reforçado para a jornada de trabalho que está só começando.
As tarefas da casa são divididas. Maria José vai para o tanque e usa a água da mina para lavar a roupa e limpar a casa.
No sítio, elas também produzem arroz, milho e criam porcos. A principal fonte de renda vem da criação de minhoca. Por semana, são vendidos 150 quilos de minhoca para pescadores da região.
O curral e a casa foram construídos com esforço das nove irmãs. O sítio é herança do pai, que comprou a propriedade um ano antes de morrer. Quando receberam as terras, todas eram muito novas e não tinham experiência, aprenderam a lidar com tudo na prática.
Maria Edite de Oliveira é a mais velha das irmãs e tem experiência para cuidar dos negócios, mas aos 25 anos, quando perdeu o pai, a situação era diferente. “Quando faltou o pai, nós ficamos em desespero. Nunca namorei, porque eu sou a mais velha, então pensei ‘tenho que tomar conta das mais novas’. As mulheres agora fazem mais do que os homens. Agora tem até mulher presidente, estamos fazendo tudo”, diz.
Fonte: Globo Rural
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