O ano passado, o problema no Lago de Furnas foi a estiagem. Agora, algas retiram o oxigênio da água e aumentam a mortandade.
Fábio Azevedo cria uma média de 10 mil tilápias e em todos os 14 tanques-rede tem aparecido peixes mortos de todos os tamanhos, desde alevinos até peixes maiores, com quase um quilo, prontos para o abate e comércio, quando o prejuízo é ainda maior.
Os piscicultores esperavam um alívio com o aumento do volume de água na represa, mas as algas que cresceram nas áreas que não estavam alagadas têm sido um grande problema. Segundo o professor Eduardo Tanure, especialista em recursos hídricos, esse tipo de vegetação retira muito oxigênio da água.
O engenheiro agrônomo da Emater, Francisco de Paula Vitor Alves, explica que a atual condição da água do lago favorece o surgimento de bactérias e fungos que também provocam a mortandade dos peixes.
Pelo menos 500 produtores criam peixe nos 34 municípios banhados pelo Lago de Furnas. O problema só deverá ser resolvido quando as condições da água voltarem ao normal.
Fonte: Globo Rural
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