A demanda maior por caminhões fez o serviço aumentar de perço. São vários os motivos do aumento, entre eles, a boa safra da soja.
O produtor rural reclama porque apesar de não ter que custear todo o serviço, ele tem o valor do produto influenciado. Com a boa produção desta safra, a procura por transporte é grande.
O agricultor Pierre Araújo Patriat diz que terceiriza todo o processo de colheita e que teve dificuldade para encontrar caminhão disponível para o serviço. “A demanda está superaquecia. Mato Grosso aumentou em um milhão de hectares de soja. Este ano está difícil o apoio dos caminhões. Foi difícil achar caminhões para fazer o trabalho aqui”.
Muitos fatores contribuíram para o aumento do frete. Os mais importantes são: a elevação no volume colhido e, consequentemente, a demanda pelo transporte; o preço do combustível; a falta de manutenção nas estradas e competição entre as safras das regiões sul e centro-oeste, que faz dividir a frota de caminhões.
Segundo os especialistas, não há nenhuma previsão de que esse cenário irá mudar. Não pelo menos ao ponto de fazer voltar o valor do frete que era praticado no mesmo período do ano passado. De lá para cá, o frete está quase 50% mais caro. Hoje o custo para levar uma tonelada de soja de Rondonópolis até o porto de Paranaguá, no Paraná, é de R$ 195, segundo o IMEA, o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária.
Fonte: Globo Rural
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