mamona
A volta da chuva e os contratos assinados com a Petrobras Biocombustível estão causando a retomada do plantio de mamona no Ceará
A seca que atingiu o estado em 2012 provocou queda de mais de 80% na produção da cultura. A saca de 60 quilos do produto está sendo comercializada por cerca de R$ 100.
A mamona não cresceu nos campos secos da zona rural de Canindé. No ano passado, choveu apenas 300 milímetros na região, onde a média história é de 700 milímetros por ano. O único açude secou e os 35 produtores, que em 2009 colheram 58 toneladas do produto, não conseguiram tirar nada da lavoura em 2012.
O Ceará é o segundo maior produtor de mamona do país. No estado, foram colhidos 15 mil toneladas de mamona em 2011. No ano passado, os agricultores produziram 2,5 mil toneladas da cultura, com queda de 83%.
Apesar da quebra da safra, os agricultores irão investir em novos plantios. Eles são incentivados pela garantia de venda para a Petrobras, que usa a mamona para extrair um óleo para a produção de biodiesel, e pelo preço, que está em torno de R$ 100 a saca de 60 quilos.
A Bahia é o principal produtor de mamona do país. No estado, que também sofreu bastante com a estiagem, houve queda de 77% na produção em comparação com a safra anterior.
Fonte: Globo Rural
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